sexta-feira, 30 de maio de 2014

Jogo da memória

17:30 4 Comentários


Resolvi acrescentar algo diferente no blog além dos quebra-cabeças que todos conhecem. Então resolvi fazer um jogo da memória com desenhos dos personagens que fiz até agora.

O jogo é simples. Quando abrir a janela mostrando os cartões, é só ir clicando até encontrar dois iguais. Se quiser recomeçar ou jogar outra vez, é só clicar no botão "Recomeçar" que os cartões serão embaralhados para um novo jogo.

Ainda está em fase de testes. Aqui em casa funciona bem no Internet Explorer 8, Mozilla Firefox e Google Chrome, mas não sei como vai ser no computador de vocês, então se der algum problema me avisem. Mas espero que funcione tudo corretamente.

Aqui vai o primeiro: jogo da memória

terça-feira, 27 de maio de 2014

Papo em Família - Turma da Mônica Jovem em "Opinião"

21:12 17 Comentários

Lançaram outro vídeo da mesma campanha de conscientização dos jovens sobre bebidas alcoólicas e acho que dessa vez acertaram a voz da Mônica. O problema é que a da Magali ficou quase igual, com pouca diferença. Acho que no caso dela, poderia ter saído um pouco mais doce. Ainda assim ficou bom.

O desenho delas ficou basicamente igual a da primeira animação (aquele sobre melhorar a comunidade e tal) e bem melhor que o tal episódio piloto.


sábado, 24 de maio de 2014

Outra animação da TMJ!

17:17 8 Comentários


Eis a nova animação da TMJ para a AMBEV Brasil: "Conveniência". É isso aí, crianças: bebidas alcóolicas, só para maiores de idade.

Essa ficou engraçada e gostei de terem mostrado o Toni, apesar de ele ter saído meio "magrelo". O Toni da revista é mais fortinho. Mas o Cebola ficou legal e mandou bem fazendo o Zé Ruela tomar um pouco de refri pela cara.

Também achei que as vozes ficaram melhores, assim como a animação. Quer dizer, não ficou perfeito, mas superou bastante o episódio piloto.


quinta-feira, 22 de maio de 2014

Nostalgia: Ed. 15 - Monstros do ID parte 1

17:00 17 Comentários





Título: Monstros do ID – Parte 1

Lançamento: Outubro de 2009

Roteiro: Maurício de Souza, Marina Takaeda e Souza e Marcelo Cassaro

Sinopse: Uma nova saga vai começar! Não é no espaço! Nem em dimensões mágicas! Desta vez o perigo nasce no lugar mais misterioso do universo - a mente humana. Quando os monstros internos das pessoas começam a atacar o mundo real, a galera precisa enfrentar seus próprios defeitos. E vão precisar da ajuda de um certo professor muito experiente em loucura...

Finalmente a tão prometida crítica da saga dos monstros do ID! Nessa primeira crítica, vou falar da Ed. 15, começo de uma das sagas preferidas dos fãs. Tanto que muitos até pedem pela volta desses monstros.

Ah, as grandes sagas, belas histórias... bons tempos...

A história começa mostrando um lugar não muito amigável, cheio de monstros horrorosos e é onde nasce todo o mal. Só que não fica em nenhum lugar físico e sim dentro de nós, no nosso inconsciente. Assustador, não? Sim, muito assustador. É por isso que a grande maioria evita se aventurar por essa parte da mente. Nem sempre há coisas agradáveis para se ver.

Todos nós temos ID, embora ele não tenha a forma de um monstro bizarro. Mas podem sim tomar conta das nossas vidas se não tivermos consciência disso. O ID é a parte mais primitiva da nossa personalidade, porque busca somente o prazer e evita qualquer coisa que seja diferente disso.

Essa parte de nós não conhece certo e errado, juízo ou lógica. Não segue nenhum valor ou moral. Busca apenas o prazer e a solução imediata para os problemas sem fazer nenhum planejamento ou reflexão. O ID é impulsivo, cego, irracional, antissocial e egoísta.

Muitos dizem que é nosso lado escuro e destrutivo, guarda nosso demônio interior e atração pelo mal. Assustador, não?

Nessa introdução, aparece o ID da Mônica, o Akanin. Ele ouve alguém lhe chamando e resolve emergir, interagir com o mundo dos humanos. Além dele, também aparece outro monstro que parece mais inteligente e ardiloso, pois tem consciência maior do que estava para acontecer.

Eles conseguiram dar um ar sombrio e desolado ao mundo dos IDs, embora fosse bom se tivesse um pouco mais de detalhes. Mas para o objetivo da revista, acho que serviu bem porque não pode ficar assustador demais por causa da classificação.

Essa edição tem como foco os defeitos da Mônica, seu temperamento impulsivo e tendência a resolver tudo na pancadaria. Em contraste, vemos uma Magali controlada, sensata, inteligente e a beira da perfeição que lhe aconselha a ter cuidado com seus impulsos e não acreditar em tudo o que vê na internet.

Isso foi porque a Mônica viu postagens desaforadas do Cebola em sua comunidade do Yogurt (referencia ao moribundo Orkut) e pretendia dar uns petelecos nele como fazia antigamente.

Então ela entende que não pode mais resolver as coisas com o punho, pois cresceu e precisa mostrar amadurecimento.

Só que as coisas não parecem muito boas para o Cebola, que foi obrigado a segurar uma placa dizendo que pagava pau para a Mônica. Aparentemente, ele estava sendo ameaçado por ela, mas ainda assim não quis falar nada para ninguém para protegê-la. Sim, pessoal... essa edição foi de um tempo em que ele ainda era legal apesar de tudo. Pena que regrediu tanto...

Voltando ao assunto, apesar do que o Cascão disse, ele ainda preferiu não fazer nada porque tinha medo que Mônica revelasse seus segredos. Nessa hora também aparece o Licurgo, o antigo louco dos gibis que sempre pegava no pé do Cebolinha. Ele deu a entender que estava em processo de terapia, mas ainda continuava aloprado como sempre.

Enquanto isso, todos estavam achando que a Mônica estava mesmo intimidando o Cebola e a coisa piora quando ela começa a achar que isso é um plano maluco dele, sendo que não era. Alguém estava aprontando com ele, mas ela é que levava a culpa.

O pior é que todos ficaram contra ela sem nem ao menos entender seu lado. Um tanto injusto, devo dizer. Quando ele aprontava, fazia planos, pichava muros com caricaturas dela, ninguém ia atrás dele para dar bronca. Mas quando ela supostamente aprontou, aí todo mundo quis dar uma de justiceiro.

Isso, claro, causou sofrimento não só entre ela e Cebola, como no resto da turma também pois todos acharam essa atitude muito cruel. A partir daí, ela começa a ser confrontada pelo seu lado ruim, porque de certa forma, sentia como se tivesse feito aquelas coisas com o Cebola apesar de conscientemente saber que não tinha feito nada. Bom, uma parte dela tinha feito. Nossos ID’s fazem parte do nosso inconsciente e além de guardar nossos instintos básicos, também guardam desejos reprimidos e/ou inconscientes.

A nível consciente, Mônica não quis bater no Cebola por causa daquelas mensagens porque não queria mais agir daquela forma. Mas a nível inconsciente, queria sim dar uma boa lição nele. O Akanin é essa parte ruim dela que se manifestou no mundo físico.

Para algo tão psicológico assim, ninguém melhor que o Licurgo para ajudar. Então ele aparece e impede que Mônica saia no tapa com o seu ID, mas Akanin resolve ir atrás de quem estava lhe irritando nos últimos dias: Cebola. Para evitar um desastre, ela precisa criar coragem para domar seu monstro interior.

O ID dela se mostrou bem impressionante, pois tinha capacidade para ficar enorme e ainda soltava uns bichos doidos que perseguiam as pessoas. De certa forma, combinou com ela: exagerado, dramático, grande, forte e de personalidade agressiva. Um monstro bem poderoso para uma personagem poderosa. Não podia ficar por menos.

Ao tentar enfrentá-lo, ela acaba sendo aprisionada por ele e no início tem dificuldades, pois ele tenta dominá-la pela intimidação.
Em determinado momento, Akanin fala que é ele quem define a pessoa que a Mônica é. Nessa parte, ele diz que seus defeitos são a identidade dela e sem eles, quem ela seria?
Freqüentemente caímos nesse erro de achar que essa parte de nós é nossa verdadeira identidade, sendo que é só uma parte que precisa ser colocada sob controle.

Como foi falado na história, o ID é mais forte na criança porque até certa idade, ela vê a si mesma como o centro do mundo. Ela não faz distinção entre ela e os outros e por isso acha que tudo gira ao seu redor. Por isso uma criança muito nova não entende a necessidade do adulto de dormir, quando ela mesma está acordada. Ela parte do pressuposto de que o resto do mundo existe porque ela existe.

Com o tempo isso muda a medida que vamos crescendo que tomando consciência de que as pessoas e o mundo existem independente de nós. Só que isso leva anos. E pelo que tenho visto por aí, nunca chega a acontecer porque muita gente age como se tudo girasse ao redor do seu umbigo. Essas pessoas certamente não domaram seus ID’s.

Mas em geral, as crianças vão domando seu ID a medida que crescem, como é o caso da Mônica. Claro que esse ID não é suprimido totalmente, mas pelo menos é colocado sob controle a maior parte do tempo. Quando isso não acontece, costuma ser um desastre.

Apesar do que Akanin falou, ela sabia que ele não era sua identidade, por isso foi capaz de vencê-lo. Apesar de admitir seus defeitos, ela sabia que também tinha qualidades e era uma boa pessoa, caso contrário não teria nenhum amigo. Mas ela tem vários amigos apesar do seu gênio ruim.

Foi assim que ela conseguiu vencer, tomando consciência de si mesma e não aceitando que o ID fosse sua identidade.

Agora, confesso que foram um pouco injustos com ela ao falar dos seus defeitos. Quer dizer, ela foi colocada como uma pessoa tirânica e valentona que saía dando coelhadas em todo mundo para ser obedecida e não é exatamente isso que vemos nos gibis. Claro que ela é assim às vezes, mas geralmente ela só bate quando se sente provocada ou quando os moleques aprontam. Tanto que ela só bate neles, não nas outras meninas. Pelo menos não de propósito.

Mas na TMJ ela é desenhada como uma valentona tipo o Tonhão da rua de baixo, que só sabia intimidar os outros para ter tudo do seu jeito. Não há defesa para ela, nenhuma explicação para seus atos. É com isso que eu não concordo.

Pelo menos tudo terminou bem nessa história, por enquanto já que no fim vemos a aparição de outro ID, o do Cebola. E esse parece ser mais perigoso do que o Akanin, porque é mentiroso e manipulador.

Uma coisa diferente que teve nessa edição foram as páginas coloridas, com os ID's sendo mostrados em cores vermelho e azul assim como os balões das suas falas. Teve gente que não gostou porque acham que mangá TEM QUE ser preto e branco. Já eu não sou tão rígida com essas regras e achei bastante legal. Por mim seria tudo colorido, mas colorir alguns detalhes para ressaltar também fica bom.

Mas esse vai ficar para outra crítica porque essa já ficou enorme. Espero que tenham gostado apesar da aula chata de psicologia. Aqui tem um desenho do Akanin. Tem png e quebra-cabeça.


terça-feira, 20 de maio de 2014

CBM#09 - Perdidos no Pantanal: críticas

19:22 15 Comentários



Uia! Parece que CBM agora tem uma saga! Não sei se é impressão minha, mas as sagas costumam ser mais emocionantes.

Dessa vez a turma resolveu fazer uma excursão ao Pantanal para visitar uma fazenda de jacarés. Então foram o Chico e seus amigos mais próximos, o que não é o Vespa, mas todo grupo precisa de um chato pentelho, não é?

A história começa com o coitado do Chico num avião. Eu não me lembro de nenhuma história dele nos gibis viajando de avião, então essa pode ser a primeira vez e parece que ele não está apreciando muito.

E fazenda de jacarés? Essa deve ser muito nova para alguém como ele tão acostumado com fazendas de vacas, porcos e galinhas. A cena dele amamentando um filhote e depois correndo do jacarezão ficou muito engraçada, apesar de saber que jacarés não são mamíferos. Mas a piada valeu. Eu não sei se teria coragem de entrar num lugar desses.

Ele nem parecia assim com vontade de ir, mas acabou aceitando porque o Vespa ficou enchendo o saco. E apesar das suas chatices, não nego que ele tinha certa dose de razão ao falar que não queria deixar de conhecer o mundo por medo.

Só achei meio estranho uma fazenda que fica no Pantanal (lá em Mato Grosso), propor estágio a alunos de uma faculdade de São Paulo. Tipo assim... o aluno que conseguisse a vaga ia ter que viajar para o Pantanal todos os fins de semana?

A história também parece ter como objetivo falar um pouco do Pantanal aos leitores, por isso misturaram fotos com desenhos. Só não sei dizer se a combinação ficou boa. Quer dizer, se a revista fosse a cores, ainda vá lá. Mas tudo preto e branco? Sei lá, achei meio estranho apesar de entender as intenções de mostrarem o pantanal. Talvez tenha sido melhor assim, já que mostrar toda a beleza só com desenhos não ia dar certo.

Antes de o perigo de verdade começar, eles tiveram um momento descontraído no avião, com o Chico morrendo de medo, Fran tentando lhe dar conforto, o russo grandão se espremendo num banquinho desconfortável, e o Vespa se achando o líder.

O bom é que podemos ver mais atuações dos amigos dele, inclusive da Ferrugem e Bombeta, que deram uma bela dupla cômica. Acho que isso vai acabar em namoro, hein?

Tudo ia bem até que algo pareceu bater no avião. Todos ficaram apavorados, o Vespa endoidou o cabeção e o Zé quase quebrou os ossos do Bombeta num abraço forte. Mas não era uma turbulência qualquer. Olhando pela janela, até eu levei um susto ao ver aquele olhão enorme. Não deve ser nada agradável dar de cara com algo assim. Então o avião cai e já era, mas todos escapam com poucos ferimentos apesar de a queda ter sido brava. Prova de que havia algo sobrenatural no controle de tudo.

Então o pessoal fica perdido no meio do pantanal divido em dois grupos. O Chico fica com Ferrugem e Bombeta enquanto Fran, Yo, Vespa e Zé caem em outro lugar bem longe do avião e do Chico (para a tristeza da Fran).

Como sempre viveu no interior, o Chico estava sabendo se virar muito bem e guiar o grupo. E realmente, não é qualquer um que anda com uma pederneira no bolso, né? Só que toda a habilidade dele não estava valendo de muita coisa tendo em vista que eles estavam sendo vigiados por uma figura sobrenatural interessada em atacar a todo mundo. Já o grupo da Yo estava passando o maior aperto porque nem fogueira puderam acender, não conseguiram pegar água e suprimentos do avião e para piorar o Vespa tinha ficado com eles. Uma boa solução que arrumaram para não perder páginas com brigas entre ele o Chico. Isso pode ficar para depois.

E falando no Vespa, parece que ele realmente gosta da Fran quando vimos o olhar dele na hora que ela chamou pelo Chico. Se não me engano, a antipatia dele começou quando viu o Chico se dando bem com ela no primeiro dia. Pelo visto, vamos incluir mais um nesse polígono amoroso, porque o Zé Lelé também gosta dela. Que confusão!

O bom da história é que o mistério foi evoluindo aos poucos. Primeiro as pegadas, depois alguém apagou o fogo, aí acharam roupas rasgadas no lago e finalmente o monstro aparece para pegar todo mundo. É quase um filme de terror, mas um pouco mais corrido por causa do espaço da revista. Ainda assim gostei do clima que eles criaram.

E para aumentar o mistério ainda mais, aparece aquela garota misteriosa enquanto todos eram perseguidos pelo monstro. Depois que o Jacarezão caiu no atoleiro, a gente descobriu que o nome dela é Mariara e os problemas estavam só começando.

Então a história termina mostrando a verdadeira causa de toda aquela confusão. O Caipora. E descobrimos também que ele está atrás de Mariara, embora o motivo ainda não tenha sido revelado.

Confesso que no início, nem estava assim muito empolgada com a história, mas a medida que fui lendo mudei de idéia. A história é muito boa, tem um pouco de mistério e terror. Não tanto quanto eu gostaria, mas não dá para exigir muito de uma história voltada para crianças maiores de dez anos. Mas comparando com as draminhas adolescentes da TMJ, essa ganhou de lavada.

Eu imagino que muita gente deve ter ficado confusa com o nome do bicho, porque ele é um Caipora, mas tem os pés virados que nem o Curupira. Acontece que em alguns estados, o Curupira é chamado de Caipora. E se pesquisarem no Google imagens por caipora, verão que em alguns desenhos ele também aparece com os pés virados. Algumas lendas tratam os dois como a mesma criatura, outras como separados. Depende da cultura local.

Aliás, essa criatura parece não ter exatamente uma forma fixa e definida. Pode ser um índio mirradinho ou um anão de cabelos vermelhos que anda montado num porco selvagem. Só fazendo uma pequena observação, quem leu aquela história Ingá, do Piteco, deve lembrar que apareceu uma criatura mitológica que lembra o Caipora.

Ele também pode ser representado por uma criatura de um pé só, tipo o saci, ou então pode ter os pés virados para trás também, igual mostra na história. Pode até ter aparência feminina, dependendo da cultura. No Sul do Brasil, ele tem a aparência de um homem grandão, peludo, forte e com vasta cabeleira. Então, a criatura que mostraram na história está correta. Eles misturaram duas formas diferentes de representá-lo e isso não descaracterizou o folclore.

O objetivo do Caipora é proteger os animais da floresta dos caçadores gananciosos, mas dá para adoçar o bico dele com um pouco de fumo. Será que o Chico tem um pouco de fumo na mochila dele? Acho que não... então eles vão ter problemas porque além do próprio Caipora, também tem os bichinhos fofos e engraçadinhos dele. Não... péra... aquilo ali atrás do trono dele era uma sanguessuga de três metros? Agora a coisa ficou séria!

Já Mariara eu nem faço idéia de quem possa ser, porque não achei nenhum personagem de folclore com esse nome. Agora, se analisarmos o nome, parece uma mistura de Maria com Iara. E nós temos sim um personagem folclórico chamado Iara, vocês já devem conhecer. Mas ela, pelo que sabemos, é uma sereia de rio e tem cauda. A não ser que ela tenha criado pernas para fugir do Caipora, ou então é outra personagem, ou talvez algum tipo de ninfa do Pantanal. Se bem que pode ser só uma garota mesmo. Na revista não dá para ver porque é preto e branco, mas ela pode ser uma índia.

De qualquer forma, o Caipora parece interessado nela. O primeiro palpite seria um interesse romântico, mas pode haver outros também. Só não gostei muito do jeito que ele a persegue, porque lembra aqueles homens psicóticos que atormentam suas ex-mulheres até matá-las. Esses homens não aceitam um não, não entendem que a mulher tem direito de decidir sobre suas vidas e muitas vezes se acham donos delas, com direitos sobre suas vidas e seus corpos inclusive para matá-las quando não conseguem que elas voltem para eles.

Só espero que eles não reproduzam esse modelo doentio na revista, porque ao contrário do que parece, ter um psicopata maluco atrás da gente não tem nada de fofo ou romântico.

Bom, como falei antes, não estava esperando muita coisa da história e agora fiquei empolgada e ansiosa pela continuação. Tomara que escrevam mais histórias assim no futuro!