Nesse mês:

Chico Bento convida a Turma pra passar as férias na roça, mas o que era pra ser apenas uma viagem tranquila.

Imagens e png's

Imagens em boa qualidade e alta resolução para serem usadas em capas, montagens e onde mais sua imaginação mandar.

Jogos

Quebra-cabeças, jogo da memória, caça-palavras, palavras cruzadas e jogos dos sete erros. Hora de divertir e exercitar o cérebro!

Fanfictions

Fanfictions escritas por mim mesma sobre TMJ. Tem romance, terror, suspense, comédia, drama... é para rir, chorar e se emocionar!

Parceria

Unidos conseguiremos venceremos. Vamos formar uma grande família de blogs!

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Deixem o terror na TMJ!




Muita gente deve ter notado a mobilização dos fãs do Emerson porque a Panini cismou que ele não pode mais escrever histórias de terror alegando que assusta as criancinhas. Sério mesmo? Jura? Oi? Movimento conta com a hastag #unidospelotio.


Eu esperei um tempinho para falar alguma coisa porque estava lendo os comentários do pessoal para saber o que os fãs pensam. Acontece que por ser adulta, é claro que eu não me assusto com as histórias dele, então minha opinião poderia ser um tanto suspeita. Precisava saber o que os fãs mais jovens pensam sobre isso. E pelo que li, a resposta é óbvia: a Panini cometeu um erro muito grande ao pedir para que ele pare de escrever histórias de terror.

O pessoal adora essas histórias. Fim. Muita gente falou inclusive em parar de comprar a TMJ caso não tenha mais as histórias de terror. Alguns dizem ficar com medo, mas ainda assim adoram ler essas histórias e também não querem que acabem.

Minha opinião? Simples: as histórias de terror devem continuar. Sério, gente, não há razão nenhuma para censurar as histórias do Emerson. Vamos pensar mais racionalmente. Alguém aí já ouviu falar da Coordenação de Classificação Indicativa (Cocind)? Essa coordenação é responsável pela classificação indicativa de filmes, jogos eletrônicos e programas de televisão no Brasil.

Para avaliar a classificação de qualquer obra, três temas são levados em consideração: violência, sexo e drogas. A análise é feita observando a freqüência, relevância, contexto, intensidade e importância desses temas para a história.

Existe até um guia prático de classificação indicativa para que as pessoas possam usá-lo para analisar se determinado conteúdo é ou não adequado para aquela faixa etária. E dentro desse guia, existem diretrizes para obras com classificação +10. Resumindo, é o seguinte:

Violência: Presença de armas com violência; medo/tensão; angústia; ossadas e esqueletos com resquícios de ato de violência; atos criminosos sem violência; linguagem depreciativa.
Sexo e Nudez: Conteúdos educativos sobre sexo
Drogas: Descrições verbais do consumo de drogas lícitas; discussão sobre o tema “tráfico de drogas”; uso medicinal de drogas ilícitas.

Nessa página vocês vão aprender mais sobre o que é permitido para maiores de 10 anos. Tem até alguns vídeos contendo exemplos: http://culturadigital.br/classind/criterios-e-normas/aplicacao-dos-criterios/classificacao-10-anos/


Não sou especialista no assunto, mas eu não lembro de ter visto nada nas histórias de terror do Emerson que viole essas regras.

Acho que nesse caso são os pais que estão fazendo drama porque não querem que os filhos leiam as histórias e fiquem com medo. Ora, gente, por favor... deixam os filhos assistir BBB e novela da globo, mas quer amarrar as histórias do Emerson que são muito mais leves que isso? Para que tá feio!

Também tem outro problema que também já aconteceu com minhas fanfics. Muito tempo atrás uma leitora foi comentar na minha página de fanfics reclamando da história “Gostosuras ou Travessuras?” falando que era muito assustadora. Ela foi bastante grossa inclusive, mas isso não vem ao caso. Acontece que a história é para maiores de 16 anos e na época ela só tinha 12. Façam as contas. Pois é. 

Se uma criança lê ou assiste um conteúdo que não é adequado a sua idade, é claro que ela pode ficar chocada, com medo, desconfortável, etc. Por acaso a culpa é de quem produz o conteúdo? Não. Eu deixei claro na minha fanfic que era +16. Errado seria eu produzir uma história dessas e por classificação livre.

Com as revistas da TMJ é a mesma coisa. As histórias foram feitas para maiores de 10 anos, então os pais deveriam ter um pouquinho mais de responsabilidade e não comprar essas revistas para os filhos se eles tiverem menos de 10.

Aliás, às vezes me questiono se seria correto colocar a revista como +10, mas sei que a MSP faz isso para ampliar mais o público e vender mais. Se colocassem como +12, as vendas iam diminuir.
Ainda assim, não têm nada nas histórias do Emerson que seja inadequado as crianças de 10 anos, que é a idade mínima para ler a revista.

Sabe, eu acho que devia ter menos controle sobre os roteiristas. E nesse caso falo de todos. Claro que também não pode deixar solto, mas do jeito que está atualmente também não é legal. E isso vale tanto para o Emerson quanto para a Petra, Cassaro, Flávio Teixeira, etc. Não adianta nada a pessoa ter talento e capacidade para criar boas histórias se sua criatividade acaba sendo podada. Por que não experimentam deixar que cada roteirista crie sua história com mais liberdade ao menos uma vez? Tudo bem que é preciso respeitar a classificação da revista, talvez precise colocar alguns limites, mas que tal dar mais liberdade a eles? Cada mês um roteirista diferente teria mais liberdade para criar uma história. Depois deixem que os leitores avaliem se gostam ou não, porque no fim a decisão deveria ser nossa, não da MSP.

E gente, tem dó! Como o Emerson vai continuar a saga do fim do mundo sem histórias de terror? Sei que nem toda edição é terror, claro. A da festa na praia é exemplo disso. Não era terror e mesmo assim foi muito boa. Só que o legal é intercalar terror com não terror para ter variedade.

É disso que precisamos na TMJ: variedade, coisas diferentes. É isso que vai segurar leitores. Se tirarem essa variedade, se ficar sempre na mesmice, a TMJ vai ter o mesmo destino da Lulu Teen, que começou com histórias muito boas e depois a qualidade caiu até a revista acabar. E acho que ninguém quer isso, quer? Eu não.

Um recadinho para CERTAS pessoas não gostam das histórias do Emerson:

As histórias dele são ótimas. Quem não gosta, paciência. Gosto não se discute. Mas só porque você não gosta não quer dizer que sejam ruins. É apenas seu gosto pessoal, não uma verdade universal absoluta. Aceita que dói menos.

E nem adianta vir choramingar nos meus comentários sobre as histórias dele serem isso e aquilo porque elas vão continuar sendo publicadas SIM, vão continuar sendo apreciadas SIM. Os fãs vão continuar gostando, as revistas continuarão sendo vendidas e independente do que você pensa ou deixa de pensar, o Emerson continua ganhando o salário dele e se lixando para o que vocês pensam. Então, gente, keep calm e deixem de recalque porque tá ficando feio.

Abaixo tem só alguns comentários a favor das histórias do Emerson que fui coletando aqui e ali. 














domingo, 24 de janeiro de 2016

TMJ#90 - A Torre Inversa: Palpites




E aí, gente? Desculpem ter demorado um pouco para os palpites. É que demorei a ler a ed. 89, depois tive que postar a crítica e só agora vou poder seguir em frente e falar da tão esperada ed. 90.

Primeiro vamos falar da capa, que todo mundo esperou com tanta ansiedade. A primeira coisa que me chamou a atenção foi ver a Penha bem no meio, como que liderando a turma. Ao lado dela a Mônica. E uma não parecia querer matar a outra. A roupa da Magali também chamou a atenção porque é bem diferente do que ela costuma usar. será que ela está tentando se esconder de alguma forma?

E não vamos ignorar a mosca lá atrás junto com as lacraias que compõem o fundo, né? Acho que é uma dica de qual cavalo irá aparecer esse ano: o da peste. Bom, só pode ser o da peste porque seria muito estranho usar insetos para representar o cavalo da fome. E nos teasers ainda falam sobre baratas sobreviverem 9 dias depois de perderem a cabeça, acho que não tem como errar.

Eu achei que a Mônica ficou muito bonita, apesar e ter estranhado um pouco a pose dela. Do jeito que ficaram seus braços, parece que ela está carregando um peso invisível, seu corpo ficou meio encolhido. No esboço do Emerson ficou melhor. 

Também vemos uma alteração no cabelo da Penha. O Emerson falou que foi para ficar diferente do da Magali, caso ela resolva usá-los soltos nessa saga. Cascão e Cebola ficaram mais “fortes” no esboço do que na capa finalizada. Especialmente o Cascão que quase ficou com o corpo do Xavecão e a saia da Magali é mais curta e ela usa botas.

Sei lá, acho que o desenhista da capa devia ser um pouco mais fiel ao esboço. Teria ficado bem melhor.

Agora vamos a parte mais difícil: imaginar o que pode acontecer na história. O básico já sabemos: Penha vai (finalmente) sair do coma, a turma irá visitá-la e depois de algumas tretas e brigas, eles terão que trabalhar juntos para sobreviver. Será que a Penha vai ficar boazinha ou é só uma trégua temporária para depois elas voltarem a se engalfinhar?

Outra questão: será que a Penha vai lembrar do que aconteceu na ed. 63? Afinal, ela estava fora do corpo. Claro que Magali vai lembrar muito bem e talvez querer tirar satisfação por ela ter usado seu corpo para atacar seus amigos. Essa vou querer ver com certeza!

Há um teaser que intrigou todo mundo e agora estão shipando o Cebola com a Penha, onde alguém diz ter esquecido de como ela é linda. Será? Meldels, vão desencalhar o Cebola justo com a Penha? Bom, eu não sou contra ele arrumar uma namorada, mas tem que ser justo com alguém que tentou matá-lo junto com a Mônica? Se bem que é capaz de nem dar em nada ou durar só uma edição porque a história é do Emerson. Não sei se outro roteirista pode dar uma namorada para o Cebola ou se só a Petra pode fazer isso.

Pelos teasers já vemos que vai ter muita treta. Para começar, madame Creuzodete vai aparecer pelo que percebi. E parece também que a lua vai chorar de novo, só espero que não inunde a revista.

Ah, e também acho que vamos ter a aparição do senhor Samir. Ele já apareceu numa história dos gibis, Sobrado assombrado do Senhor Samir (Cascão Nº 20). Não sei se é a mesma pessoa. Pesquisando, vi aqui (http://pt-br.monica.wikia.com/wiki/Senhor_Samir) que ele é um morto vivo que já foi médico um dia. Coincidência, não? alguém que já foi um médico aparecendo no hospital, que por coincidência é onde a Penha ficou internada... Na história que eu li ele era gente boa, então é provável que não seja o vilão apesar do aspecto assustador e cara de quem daria um bom cavaleiro da peste.

Mas também tem aquele médico que aparece na sinopse da ed. 90. Já pensaram se esse médico é na verdade o seu Samir ou algum parente dele? Viagem, eu sei, mas temos que considerar as possibilidades. Também já pensei se esse médico seria o cavaleiro da peste. Um teaser de alguém que sempre parece triste talvez por causa do que aconteceu com sua irmã. junto tem a foto de um jaleco e um estetoscópio. Pode ser o médico falando do seu Samir ou alguém falando do médico.

E as tretas não param por aí porque eu duvido que a Penha vai acordar boazinha e cheia de amor no coração. Que nada, ela vai acordar querendo beber o sangue de todo mundo, especialmente o da Mônica! E depois vai querer comer seu coração e depois usar as tripas como fio dental. Um teaser fala sobre alguém dizendo “O poder do medalhão agorra é meu!” e só ela fala dobrando os erres.

Sério, parece que a criatura vai levar um tempo até tomar vergonha. Mas parece que ela vai quebrar a cara porque no fim da ed. 63 a Creuzodete falou que o medalhão era só um enfeite e não tinha poder nenhum. Hahaha! Quero só ver a cara dela! Só que aí vai surgir outra ameaça e ela vai ter que deixar seus planos de vingança para depois.

É meio difícil dizer o que vai acontecer nas histórias do Emerson porque esperamos uma coisa e acaba acontecendo outra. Sem falar que elas são um pouco mais complexas.

O que dá para imaginar é que dessa vez vai aparecer o cavalo da peste, só falta saber quem vai ser. Será o médico? O Samir? O palpite mais óbvio seria o Capitão Feio, tem tudo a ver com ele. Mas não sabemos se o Emerson pretende ser óbvio ou nos surpreender com alguém que jamais iríamos imaginar como o cavalo da peste. Afinal, quem podia imaginar que a Berenice era o cavalo da morte? Pois é. Sem falar que seria uma grande ironia um médico sendo o cavalo da peste, que é o contrário do que sua profissão propõe.

Será esse médico que fica falando de inseto toda hora ou o senhor Samir? Fiquei com suspeita desses dois, então o cavalo da peste pode ser um deles. Isso se não forem a mesma pessoa, já não sei de mais nada! E para complicar mais ainda, baratas lembram um pouco o povo das sombras, que tinham formato assim meio cascudo parecido com o de insetos.

Outra coisa: será que a lua vai mesmo chorar de novo ou aquele teaser dos relâmpagos e trovões eram apenas uma lembrança da Magali de quando o corpo dela foi possuído pela Penha, que tomou consciência dos seus poderes? O visual da Magali está bem diferente dessa vez, então alguma coisa pode ter mexido com a cabeça dela. Minha teoria: como a Penha possuiu o corpo da Magali, isso a deixou sentindo-se muito mal e por isso ela se cobriu toda como uma forma inconsciente de se proteger. Tipo, ela não quer parecer vulnerável e desprotegida na frente da Penha, então se cobriu toda. É só um palpite. Pode não ter nada a ver.

Também quero só ver como a Penha vai reagir quando acordar e dar de cara com a turma ao redor dela. Afinal, ela odeia a todos e duvido que irá recebê-los com um sorriso. E duvido mais ainda que ela vai querer fazer as pazes e parar com as picuinhas. Não, tem que ter treta, acusações, ela obviamente vai continuar se achando uma vítima e é bem capaz de culpar a Mônica pelo tombo que levou e a deixou naquele estado de quase morte. Pode parecer bobeira, mas para alguém que ficou remoendo durante anos um fora que levou na infância e gastou tanto tempo tentando armar planos de vingança, isso não é uma surpresa.

Não tenho certeza porque não acompanho muito as novidades e atualizações, mas parece que serão três edições, então muita coisa ainda vai acontecer. O bom das sagas é isso: a história pode ser mais detalhada e não precisa ficar espremendo tudo para poder caber numa única edição.

Então não é garantido que o cavalo da peste vá aparecer na ed. 90. Só sabemos que vai ser esse ano, finalmente! E o Cebola vai ter que ficar bem preocupado, porque a Dona Morte falou que quando os 4 cavalos aparecerem, o selo vai se romper e adivinhem quem vai dar o ar da graça? Sim, a serpente, que vai detonar geral e dessa vez ele vai morrer definitivamente.

Falando em morrer, um dos teasers fala que alguém morreu. Será o Cebola? O médico? Seu Samir? Cascão? E por que alguém perguntou por que Mônica os tinha abandonado? Será que ela vai morrer também? meldels, uma seqüência de mortes?

E como vai terminar a edição? Certamente com algo que vai deixar todo mundo arrancando os cabelos enquanto espera a ed. 91.

Só uma curiosidade: vocês sabiam que existe mesmo uma torre invertida? Fica na cidade de Sintra, em Portugal. É um poço que tem uns 27-30 metros de profundidade e dá para descer até o fundo através de uma escada em espiral. É por isso que chamam de torre invertida. A atração recebeu esse nome porque acredita-se que era usada em rituais de iniciação da maçonaria. Seus nove andares representam os nove círculos do inferno, as nove seções do purgatório e os nove céus do Paraíso, segundo a “Divina Comédia”, de Dante. No piso do fundo do poço, está gravada uma estrela de oito pontas junto com uma cruz Templária, símbolo da ordem de mesmo nome que é ligada à Maçonaria. Mas serpente que é bom, nada.

Sei que não falei muita coisa, mas fica difícil dar palpite do que vai acontecer logo na primeira parte da saga. Mas é claro que podemos esperar muitas referencias, como sempre. O Emerson falou, se não me engano, vai ter referências às edições Cascão 20 (O Sobrado Assombrado do Senhor Samir), Cascão 92 (Como dar um fora no Namorado), Cascão 94 (Os novos amigos do Cebolinha) e Cebolinha 97 (O Menino Calamujo).

De todas, eu só não li Cascão 94. Vai ser divertido ir lendo a história e encontrar referencias. E dessa vez vou tentar prestar atenção as imagens ao invés de focar só no texto.

Não sei se vocês sabem, mas eu fiz um desenho que pode ser um tanto polemico da Penha se entendendo com a Mônica. Não sei o que vai acontecer na história, pode ser que elas terminem como inimigas mortais, pode ser que Penha decida deixar todo mundo em paz e cuidar da própria vida, também existe a chance ainda que remota de elas terminarem como amigas. Quem sabe? Vamos ter esperanças, né? Já tem gente shippando a Penha com o Cebola. Eu não sei se ele seria capaz de namorar alguém que lhe fez tanto mal e ainda tentou sacanear a Mônica. A não ser que ela se mostre muito arrependida.

Até que seria interessante a Penha tentar namorar o Cebola, Mônica se mostrar conta porque não confia nela e ele, só de birra (como sempre), acabar namorando com ela achando que Mônica está com ciúmes. Aqui está a imagem. Por enquanto não posso disponibilizar o png porque minha galeria de imagens deu zebra e estou lutando aqui para ver se consigo arrumar. Mas já tem quebra-cabeça.



Para ler mais palpites, confiram o blog TMJ Diversidades: http://tmjdiversidades.blogspot.com.br/2016/01/tmj-90-torre-inversa-primeiras.html

Também tem os palpites do Canal Opinião Turma da Mônica Jovem:

sábado, 23 de janeiro de 2016

TMJ#89: Sangue Fresco - Críticas



Eita, finalmente consegui ler a ed. 89! Pois é, esse mês foi complicado! Mas até que valeu a pena esperar, a história foi boa. Mas poderia ter sido melhor caso fosse dividida em duas edições. Faltou detalhamento em algumas partes.

Eu gostei da história porque teve coisas bem diferentes do usual. Primeiro porque saiu um pouco do trio Mônica-Cebola-DC, o que por si só já é um alívio. Os outros personagens tiveram um pouco mais de espaço e também deram mais uma pincelada no clima que pode estar surgindo entre Magali e Cascão (e tudo o que isso implica).

E esse lance dos dois ainda tomou um rumo meio que inesperado porque apareceu um terceiro rapaz de olho na Magali. E um rapaz boa pinta, diga-se de passagem. Acho que no fundo foi por isso que o Cascão ficou de birra com ele. Sério, o ciúme do Cascão foi até engraçado. Acho que ele não teria ficado assim se fosse com a Cascuda.E a reação da Denise quando viu Ivan pela primeira vez? Se ela ficou assim com ele usando roupa esportiva, imaginem se ele estivesse sem camisa, usando calça apertada, bota e chapéu de cowboy? Meldels, ela teria surtado!

Bom, a história começa mesmo quando todo mundo começa a beber o energético e fica doidão. Mais rápidos, ativos, ligados e agressivos também. Nossa, realmente fiquei impressionada ao ver todo mundo brigando, estressado e falando coisa que não devia.

Especialmente na hora em que Mônica começa a falar umas “verdades” com a Magali. sim, foi cruel e duro, mas fiquei pensando com os meus botões... o energético pode ter deixado todos malucos, mas não acho que tenha criado essas coisas na cabeça da Mônica, ele apenas a deixou mais sincera (cruelmente sincera) e sem medo de dizer certas coisas. É bem capaz de ela já estar pensando assim, mas não ter falado nada para não magoar a amiga. Mas como o energético derrubou essa barreira que a fazia importar com os outros... o resultado foi bem doloroso.

Mas no fundo fico pensando se não é verdade mesmo. Quer dizer, será que a Magali gosta mesmo do Quim ou só está com ele por comodismo e porque ganha presentes? Ou ela não teria dito aquilo porque foi manipulada pelo Ivan? Afinal, ele estava de olho na Magali para ser a nova esposa dele. ainda assim algumas coisas meio que são verdade. Às vezes acho que Magali negligencia um pouco o Quim, pois o deixa plantado esperando sem dar satisfação alguma e acho isso uma tremenda falta de respeito.

Outra verdade que a Mônica falou foi o Cascão parecer importar mais com a Magali do que com a Cascuda, que é namorada dele. será que ela estava sendo manipulada pelo Ivan quando falou isso?

Ah, mas o clima esquentou mesmo quando veio a tão esperada briga entre Cebola e DC. Aposto que muitos estavam esperando isso, não é? Será que o Cebola estava sendo manipulado pelo Ivan ou apenas fez o que queria fazer há muito tempo e ainda não teve coragem?

Não nego que o vampiro tinha controle sobre eles, claro, mas também acho que o energético também fez com que eles soltassem mais a agressividade que estava dentro deles. Até o Xaveco ficou mais agressivo e mandou a real na Denise, que vivia pendurando nele para fazer os trabalhos.

Sabe, pode não parecer mas a história abordou uns temas bem interessantes, só que de forma mais disfarçada. Um deles foi o assédio e estupro quando aquele sujeito enorme e marombado tentou agarrar a Magali mesmo ela dizendo NÃO com todas as letras. Sim, gente, isso é um problema sério no mundo real. Muito maior do que vocês pensam.

Outro tema interessante foi o vício em drogas. Não pareceu, claro, mas a turma meio que reagiu como usuários de drogas em relação ao energético. Eles tomam, ficam ligados no 220 e meio que curtem uma viagem. Daí o efeito passa, o Ivan dá uma sugadinha no pescoço de cada um e todos ficam estressados e agressivos. O que faz passar o estresse e a agressividade? Isso mesmo, tomar mais energético. E o círculo recomeça. E muitas vezes a pessoa nem percebe que está viciada, como aconteceu com a turma, já que ninguém acreditou no Cascão. Só o Cebola conseguiu reunir alguma lucidez para raciocinar sobre o que estava fazendo e pedir ajuda. E cá entre nós, foi muito legal vê-lo com sede de sangue. Para ficar perfeito, só faltou ele ter dado uma lambidinha no joelho do Xaveco, mas é claro que a MSP jamais iria deixar colocar isso.

E mais uma vez o tal agente X deu o ar da graça, mostrando que a tal DI.NA.MI.CA. ainda vai aparecer bastante. Eu até que gosto quando ele aparece, acho legal. Devia aparecer mais. Só fiquei meio encucada quando ele falou em “reduzir” o exército do vampiro. Tipo assim... reduzir como? De que jeito? Será matando as pessoas ou mantendo presas por um tempo? Sério, realmente fiquei preocupada, especialmente porque o sujeito levou a Cascuda junto com ele. O pior é que o Cascão nem reagiu direito, sei lá. Claro que ele discordou, mas não pareceu tão preocupado assim em proteger a namorada. Aposto que se fosse a Magali, ele teria pegado uma cadeira e batido nas costas do agente X. Aliás, esse agente X foi muito arrogante ao dizer que o Cascão não é ninguém, apenas amigo da Mônica e do Cebola.

Mas parece que ele meio que traduz um pouco a atitude da MSP com relação a eles. Tipo, só Mônica e Cebola recebem destaque. Magali e Cascão ficam relegados ao status de personagens secundários. Seria uma espécie de crítica disfarçada que a Petra colocou na história? Bem, não vamos inventar teorias da conspiração, certo?

Parece que a DI.NA.MI.CA. não se preocupa muito com os preceitos morais, como se os fins justificassem os meios. Então em determinados momentos eles podem parecer maus ainda que estejam tentando fazer algo de bom. Isso pode dar algumas complicações no futuro.

Também não posso deixar de falar da hostilidade que seu Quinzão ainda tem pela Magali. Eu não acompanhei todas as histórias dos gibis onde ele aparece, então confesso que não entendo essa birra muito bem. Só se for porque ela ficava comendo as coisas da padaria dele, é a única razão que eu vejo. Mas só tinha dois jeitos de da Magali fazer isso: ou ela comprava (e portanto pagava) ou então o Quim dava as coisas para ela. Se o Quim dava as guloseimas para ela (e já vi isso em várias histórias), cabia a ele conversar com o filho e explicar que não podia fazer aquilo o tempo inteiro, não ficar de birrinha com a Magali. Ora, ela tinha dificuldades de se controlar com a comida. Se alguém lhe oferecesse uma guloseima, óbvio que ela ia aceitar sem nem perguntar de onde tinha vindo.

Além do mais, ela cresceu e não dá mais desfalque na padaria. Por outro lado, pode ser que ele não goste de ver o filho tão dedicado a ela, fazendo suas vontades, lhe dando presentes, etc. E uma coisa que contribui para isso é que a Magali não leva o namoro assim tãaaao a sério quanto deveria. Eu não achei errado ela ter ido prestigiar o Cascão no concurso, mas devia ter avisado ao namorado sobre o acidente ao invés de tê-lo deixado esperando duas horas. Isso foi falta de respeito. Talvez seja por isso que seu Quinzão implique com ela e nessa parte acabo tendo que dar razão a ele. Ainda assim, há uma certa má vontade da parte dele em pelo menos tentar se dar bem com ela, pelo menos para apoiar o filho. Não sei quanto a vocês, mas continuo achando que esses dois ainda vão render uma história no futuro onde eles poderão se entender. Chega a ser quase uma obrigação abordar esse assunto.

Ainda sobre Magali e Quim, será que eles vão ficar que nem Titi e Aninha, terminando e voltando? Já é a segunda vez que eles terminam e já estão empatados com Cascão e Cascuda que também terminaram duas vezes. Será que eles estão tentando minar o namoro desses casais para que no futuro Magali fique com o Cascão? Espero que não. Para mim, Magali deveria ficar com o rapaz da reencarnação, já falei isso várias vezes. O cascão fica melhor como amigo dela, quase um irmão. Poxa, será que um rapaz não pode ser amigo de uma moça sem que role um clima romântico entre eles? Parece até que homem e mulher não podem ser amigos e acho isso muito chato.

Finalmente Cascão consegue descobrir a toca do vampiro e também gostei de como ele e Magali salvaram o dia sem depender de Mônica e Cebola. Aliás, pode-se dizer que foi mais com a ajuda da Magali graças ao pingente que Quim lhe deu já que Cascão estava muito ocupado quase apanhando da Mônica. De qualquer forma, foi trabalho em conjunto deles e isso só mostrou como a capa ficou totalmente inadequada porque deixaram o Cascão numa posição esquisita, a Magali não apareceu e no lugar dela colocaram a Mônica que nem fez nada na história. Deviam planejar melhor essas capas. Às vezes, não tem problema nenhum deixar de colocar a Mônica na capa.

Foi meio que chocante ver a “esposa” do vampiro naquelas condições tristes, talvez um tanto forte para a revista. Mais forte ainda foi o corpo dela se queimar e levar o vampiro junto (será que ele morreu mesmo? Será?) foi uma boa forma de resolver o problema. Rápida, dramática e que funcionou bem.

Como falei antes, eu gostei da história. Só lamento ela ter sido tão corrida e pouco desenvolvida, já que foi preciso espremer tudo numa edição só. Acho que se fossem duas edições, teria ficado melhor ainda. Esse tipo de história deveria ser algo para desenvolver mais devagar, com as pessoas ficando gradualmente estranhas e seu numero aumentando cada vez mais até tomar a cidade inteira. Seria tipo uma horda de zumbis lunáticos correndo atrás de Magali e Cascão para forçá-los a tomar a bebida.

Em duas edições também teríamos mais espaço para os desentendimentos de Cascão e Cascuda, não só de Magali e Quim. E também teríamos uma conclusão melhor porque fiquei sem saber como ficou o pessoal depois que a influencia do vampiro acabou. Tipo, será que eles se lembraram do que fizeram enquanto estavam hipnotizados? Nem uma reconciliação entre os personagens que brigaram?

Pelo menos a cena do Quim sendo o herói da Magali e depois o beijo deles foi muito boa e fofa. E aquela carinha do Cascão de que parecia feliz mas no fundo estava assim com um tantinho de ciúmes? Pois é. Acho que o futuro lance deles vai ser para valer, mesmo que seja apenas temporário. Ainda mais porque as coisas entre os dois casais estão ficando cada vez mais tensas apesar de no fim de cada edição tudo terminar bem. Mas vocês sabem... tudo vai se acumulando e no fim estoura.

O final também deu assim uma dica de que o vampiro pode voltar. Vamos ver se volta mesmo, né?

Para quem quiser mais opiniões, acessem:





terça-feira, 19 de janeiro de 2016

CBM#28: Em nome da honra - Críticas


E aí, beleza? Hoje é um dia inédito: li a CBM antes de ontem e consegui não demorar quase um mês para fazer a crítica! É para glorificar de pé!

Confesso que a capa da ed. 29 me motivou um pouco. Mas antes vamos falar da 28. a história foi tipo... boa. Teve terror, um pouco de mistério, clichê de jovens se hospedando em uma cabana no meio do nada e desaparecendo um a um por causa de uma ameaça sobrenatural desconhecida...

Hã... me respondam uma coisa: já passou outro semestre? O Chico está de férias outra vez? Que confusão! Pelo menos teve o elemento sobrenatural, que eu gosto.
Outra coisa legal foi terem contado um pouco mais a história da família de Hiro e mencionado a imigração japonesa ao Brasil.

O humor foi bom, gostei da participação do Zé Lelé tão sem noção como sempre. A atuação do Chico também foi boa e dessa vez achei legal ele não ter roubado a cena e resolvido tudo. Nessa história, foi o avô do Hiro quem resolveu o problema com uma boa conversa.

Inicialmente eu achei bem fútil a razão do fantasma de querer se vingar. Tipo assim... uma pessoa não tem direito de lutar pela própria vida? Isso faz parte do nosso instinto de sobrevivência e eu certamente ia preferir ser salva do que afundar junto com o navio. Porém... vamos considerar a época em que passou o episódio e também a mentalidade do povo japonês que valoriza a honra acima da própria vida. Não sei se hoje ainda é assim, mas antigamente era.

Uma pequena curiosidade: não existe lei nenhuma no mundo dizendo que o capitão tem que afundar com o navio. Há sim uma “regra” marítima dizendo que o capitão deve ser o último a sair do navio porque deve garantir que todos saiam em segurança primeiro e mesmo assim não é unanimidade em todos os países. Cada um lida com isso de uma forma específica nas suas leis.

Mas no Japão antigamente achava-se que o capitão TINHA que afundar com o navio mesmo todo mundo já tendo sido resgatado.  Aliás, vocês sabiam que quando o Titanic afundou, teve um passageiro japonês que sobreviveu? Masabumi Hosono era o único japonês a bordo do navio Titanic em 1912. Na época, ele tinha 41 anos e estava voltando ao Japão depois de um tempo trabalhando em Londres e na Rússia. 

Acontece que quando o Titanic estava afundando, um marinheiro anunciou que só tinha dois lugares sobrando num bote salva-vidas que estava cheio de mulheres e crianças. Outro passageiro correu para pegar um dos lugares, daí Hosono acabou fazendo o mesmo e se salvando. Só que depois acabou se arrependendo amargamente porque os japoneses o criticaram muito por ter sobrevivido. Sim, é doideira, eu sei.

Naquela época o povo valorizava demais as virtudes samurais como sacrifício, abnegação e outras coisas. E Hosono era descendente de samurais, o que agravou mais ainda porque as pessoas achavam que ele devia ter afundado com o navio ao invés de ocupar o lugar que podia ter sido usado por outra pessoa. Como bom descendente de samurai, ele devia ter morrido afogado para que outra pessoa pudesse se salvar.

Hoje, graças ao filme Titanic e um pouco devido a mudança de mentalidade do povo japonês, as pessoas não veem Hosono mais como covarde, pois agora entendem que ele agiu daquela forma porque queria voltar para a família, sua esposa e seis filhos.

Esse pequeno relato histórico é para explicar um pouco a mentalidade do fantasma que perseguiu o avô do Hiro por tantos anos só porque ele não quis afundar junto com o navio. Para alguém como ele, honra era algo muito importante, mais até do que a vida das pessoas, família, sentimentos, tudo. Tanto que ele não ficou sensibilizado quando o avô do Hiro explicou porque não voltou ao navio para afundar junto com ele.

Numa coisa o Chico tinha razão: o navio afundou porque o sujeito foi arrogante demais. Pareceu até o construtor do Titanic ao dizer que nem Deus afundava o navio. Só que a natureza sempre tem outros planos e as pessoas nunca entendem. Acham que podem fazer tudo o que dá na telha.

Pelo menos tudo terminou bem já que o fantasma sensibilizou-se ao saber que o avô de Hiro tinha colocado o nome dele no neto e também recuperado seu relógio. Isso ajudou o fantasma a lidar com seus assuntos inacabados e finalmente poder ir embora. Foi um bom desfecho e achei muito bonito ver como o fantasma foi humanizando aos poucos até recuperar a forma que tinha quando morreu.

A edição foi boa, gostei do desenvolvimento, da história do avô do Hiro, entrelaçaram isso com a imigração japonesa, etc. ficou informativo sem ficar chato, nem tirar a ação. O fantasma também conseguiu ser assustador, ainda que dentro da limitação de faixa etária da revista.

No fim, foi mais uma história de pescador que ninguém iria acreditar. Pelo menos todos puderam aproveitar a folga, pescar, relaxar bastante... e foi engraçado ver o Zé Lelé meio cismado com a água e com medo de ir pescar. Eu também ficaria no lugar dele. Outra tirada criativa foi a Rosinha meio que disfarçada de Samara assustando o coitado do Zé.

Ah, vocês repararam que estava escrito Crisântemo II no barquinho usado pelos rapazes na última cena? O barco não é assim muito majestoso, mas para alguém que ficou longe da água por tanto tempo, foi tipo a liberdade, ficar livre de algo que o limitava e atormentava por tanto tempo.

A capa dessa história também ficou legal, embora o lance da foto preto e branco sobrepondo uma cena do presente tenha ficado um negócio assim nada a ver. Talvez tenha sido para dar a sensação de continuidade, tipo algo que começou no passado e terminou no presente.

Pois é, gente... essa foi a ed. 28. hora de seguir em frente e aposto que todo mundo ficou de cabelo em pé quando viu a sinopse da ed. 29 e todos estão em polvorosa com a capa que saiu hoje. Como assim o Chico vai casar com outra pessoa? Que negócio é esse?



Gente, é impressão minha ou o Chico está casando com todo mundo, menos a Rosinha? O que será que aconteceu? Qual é a pegadina?

Bem, vamos com calma, certo? Antes de querer xingar o Chico, vamos primeiro considerar que as coisas podem não ser o que parecem. Quer dizer, claro que na capa ele está casando com outra garota, mas nós sabemos que esse casamento não vai acontecer de verdade e que no fim ele vai ficar com a Rosinha. Pelo menos é o que esperamos, né? 

Confesso que depois da ed. do Rei Artur, eu fiquei assim meio que duvidando do sentimento dele pela Rosinha. Afinal, ele sequer tentou voltar para o presente, preferiu ficar no passado e casar com outra mulher. E certamente deve ter esquecido da Rosinha em pouco tempo. Então para mim não seria assim grande surpresa ele cismar de casar com outra.

Mas isso pode ter oura explicação, sei lá. Feitiço, perda de memória, chantagem, um sósia ocupando o lugar dele, hipnose, controle da mente... ou então ele pode estar fazendo isso por alguma outra razão que desconhecemos. Lembram da TMJ 51 quando o Cebola apareceu beijando a Penha? Todo mundo endoidou o cabeção até descobrir na ed. 52 que ele só fez aquilo porque estava sendo chantageado.

Com o Chico pode estar acontecendo a mesma coisa. Ou então pode ser só um casamento fingido, uma encenação para ajudar a garota loira misteriosa. A sinopse fala que o Chico está vivendo uma nova vida, o que também confunde um pouco. Por que ele estaria vivendo essa nova vida? Isso reforça um pouco a hipótese de ele ter perdido a memória ou estar sob um feitiço ou hipnose. Algo pode ter acontecido (tipo um acidente ou um furacão misterioso que nem no mágico de Oz), ele desapareceu, reapareceu em outro lugar todo desmemoriado, conheceu a tal garota, foi refazendo sua vida... sei, sei, meio comprido e demorado, mas é o que dá para pensar no momento.

Aliás, é impressão minha ou o Chico tem queda por loiras? Primeiro teve a Lisandra que era loira, agora essa moça da ed. 29! Por um instante cheguei a acreditar que poderiam ser a mesma pessoa, mas vi que é viagem. A cor dos olhos é diferente, assim como os cabelos e o rosto da garota misteriosa é sardento.

Seria alguma personagem antiga dos gibis que voltou? Talvez alguma menina do passado que gostou dele, não sei. Só sei que a treta vai ser maligna porque a Rosinha vai ver tudo e estou muito curiosa para ver qual vai ser a reação dela. Será que dessa vez a relação deles vai sobreviver ou teremos um rompimento?

Pode parecer sadismo da minha parte, mas as vezes acho que seria interessante se eles terminassem o namoro por um tempo. Assim cada um poderia reavaliar seus sentimentos e quem sabe conhecer outras pessoas. Assim o Chico teria uma chance com a Fran, nem que seja para no fim chegar a conclusão que quer mesmo é ficar com a Rosinha. Ela, por sua vez, poderia até tentar algo com o Paulo, quem sabe? Não é algo assim muito romântico, mas é bem mais vida real, onde nem sempre namoros de infância acabam em casamento. Sad, but true.

E claro que não posso deixar de falar da capa, né? Ficou muito bonita apesar de polêmica. Ela foi feita pelo Zazo e sei que muitos sentem a falta dele. Estão até fazendo uma campanha no facebook com a hashtag #voltazazo para ver se ele volta para a fazer as capaz como antigamente. Eu gosto das capas dele, mas também estava gostando bastante das capas feitas pela Roberta Pares. Bem que podiam deixar os dois fazendo as capas da CBM e TMJ.

Essa foi a minha crítica e meu palpite para a CBM! Agora falta a da TMJ, mas eu ainda não pude ler. Que coisa... será que vão lançar a capa da ed. 90 antes que eu possa ler a 89? Isso nunca aconteceu antes, mas fazer o que, né...

Aproveitando o tópico, eu percebi que minha galeria de imagens não está funcionando. Parece que o Hostinger anda com problemas e eu vou dar mais um tempinho para ver se volta ao normal. Se não voltar, vou ter que me virar e encontrar outro provedor, o que vai ser um trabalho enorme, mas não posso deixar o pessoal na mão.

Não esqueçam de conferir os palpites da CBM 29 do Canal Opinião Turma da Mônica Jovem:

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

CBM#27: O irmão do Chico - Críticas





Oi, gente! Sim, eu sei que sempre demoro para fazer as críticas da CBM. Mas como o foco do meu blog é a TMJ, eu meio que acabo negligenciando as histórias do Chico.

E cá entre nós, essa edição bem que merece uma crítica porque foi bem legal! Primeiro porque mostrou um sonho que muita gente tem: um clone para ajudar a fazer as tarefas. Isso não seria demais? Até me lembrou um filme da Disney chamado “o outro eu” , onde um garoto criou um clone de si mesmo por acidente ao fazer um trabalho de ciências. E como ele não era bobo nem nada, passou a usar esse clone para ir a escola e fazer tarefas chatas enquanto ele ficava no quarto jogando vídeo-game e lendo revistinhas. 

 
Se bem que na história o Chico não abusou do seu clone em momento algum. Passado o momento de susto, os dois acabaram se entendendo e dividindo as tarefas. Até fiquei bem surpresa ao ver como eles passaram a se dar tão bem e confiando um no outro. Depois de um tempo, eles meio que ficaram como irmãos gêmeos de verdade, se entendendo perfeitamente bem e se ajudando. 

Uma coisa que eu gostei na história foi que em determinado ponto cheguei a ficar com dúvidas sobre quem era o Chico verdadeiro. A aparência era a mesma, assim como a personalidade, as memórias, tudo! Aí acabei ficando na dúvida: quem era o Chico de verdade? Podia ser o que apareceu primeiro, mas também podia ser o outro. Como saber se eles eram iguais e agiam da mesma forma?

Mas é claro que nem tudo são flores, né gente? Eles podiam dividir os estudos, trabalho, tarefas, o quarto, a família e até as cuecas. Mas tem certas coisas que não dá para dividir e a Rosinha é uma delas. Tudo ia bem até que o encontro com a Fran criou um dilema para eles.

O Chico 1 achou que o Chico 2 podia ficar com a Fran, assim ela largaria do pé dele e todos ficariam felizes. Uma boa idéia, não? Não. Como eles são exatamente iguais, também tem as mesmas memórias e sentimentos. Daí o Chico 2 também ama a Rosinha e é claro que não quer ficar com outra garota como prêmio de consolação. É nessa hora que o pau quebra e os dois brigam feio, muito feio.

Sério, foi muito tenso ver como o Chico 1 ficou com raiva, furioso mesmo e parecia querer matar o Chico 2. É a primeira vez que o vejo assim. Quer dizer, já li uma historinha nos gibis onde ele deu uma tremenda surra num almofadinha da cidade que tinha dado um beijo no rosto da Rosinha, mas depois de adulto é a primeira vez que o vejo tão violento.

Essa cena, tão dramática e até chocante, me fez pensar numa coisa: será que os roteiristas estão tentando desfazer a aura de bonzinho e perfeito dele? Sim, porque ultimamente tenho notado que ele anda fazendo algumas coisas que teoricamente não deveriam fazer parte da natureza dele. Vejam bem:

Na ed. 20 ele traiu a rosinha para ficar com a Lisandra. Sim, para mim foi traição porque ele não terminou o namoro, não conversou como uma pessoa civilizada deveria fazer. Logo, foi traição.

Na ed. 21 ele meio brigou com a Rosinha porque ela tinha achado ruim do atraso dele. Sua postura foi a de que não estar importando muito em passar mais tempo com ela.

Na 22 ele deu um soco no Genesinho, que mesmo apanhando achou graça de ver o Chico perdendo sua pose de bonzinho.

Na 25 ele xeretou as coisas da Sofia, algo que normalmente ele não faria porque sempre foi muito respeitador. E na 26 meio que ficou aquela dúvida: ele fez ou não fez alguma coisa com aquele sujeito para roubar as suas chaves? Será? Será?

Pode ser só impressão minha, mas acho que eles perceberam que o Chico estava perfeitinho demais e agora querem deixá-lo um pouco mais humano. Bem... mesmo que eu discorde de algumas atitudes dele e até fique indignada com algumas coisas, confesso que gosto dessa mudança. Fica algo mais real, mais perto das pessoas de carne e osso.

Voltando a história, quando os ânimos acalmaram o Chico 1 percebeu (e se arrependeu muito) o que tinha feito, chegou até a chamar o Chico 2 de irmão. Então eles perceberam que alguma coisa estava errada porque era para a briga ter ficado empatada, com os dois batendo e apanhando igualmente. Só que não ficou porque o Chico 2 apanhou bastante.

Então veio a resposta: o Chico 2 na verdade é um clone criado por acidente pelo Chico que sem querer cuspiu num caldo meio esquisito e dali sai um clone. Não sei se realmente gostei dessa justificativa. Quer dizer, saiu meio forçado um clone ter nascido num laboratório de uma mistura feita numa faculdade de agronomia. Nem sabemos o que era aquela coisa. Pelo menos levantou uma questão interessante sobre a clonagem: o que aconteceria se clonassem um ser humano de verdade?

As memórias seriam as mesmas ou teríamos um novo indivíduo? Já que isso nunca foi feito antes (pelo que se sabe), cada autor tem liberdade para colocar o que poderia acontecer. Mas particularmente não acho que seja possível que um clone tenha as mesmas memórias que o original. Isso vem do nosso aprendizado, experiências, etc. Não é algo que pode ser transmitido geneticamente. Se fosse, nós teríamos ao menos uma parte da memória dos nossos pais e isso não acontece. Mas enfim...

Como o Chico 1 disse, só podia haver um deles e isso foi resolvido facilmente fazendo o clone degenerar mais rápido que uma pessoa normal. Assim o Chico 2 teve que ir embora, já que não dava mais para continuar vivendo a mesma vida que o Chico 1 porque já estava velho. Então o jeito foi botar a viola no saco e caçar rumo.

Foi um final bonito, porém triste porque fiquei imaginando o Chico 2 morrendo sozinho em um canto qualquer. Ele não podia mais viver a vida do Chico 1 e nem ficar com a Rosinha. Nem mesmo pode dar um abraço nela, já que os dois escolheram não falar nada.

Pensando bem, talvez a opção do clone tenha sido melhor, pois não daria para fazer a mesma coisa se fosse um Chico do futuro, um descendente ou alguém vindo de uma realidade paralela. Parece que eles estão tocando em assuntos mais... maduros nas histórias da CBM como morte, traição, gravidez indesejada, etc. Vocês sabem, coisas que seria interessante de se ver na TMJ. 

Essa foi a crítica do mês. A próxima ed. vai ser qualquer coisa de o Chico passando a noite numa cabana perto de um lago com os amigos, mas aí coisas estranhas acontecem, etc. parece que tem qualquer coisa a ver com japoneses, talvez segunda guerra ou o Titanic afundando, sei lá. Vamos ver o que essa história reserva para nós. E prometo que não vou demorar tanto com a crítica dela dessa vez. Claro, só vai sair quando eu ler, né?

Para mais críticas e opiniões, confiram o vídeo do Canal Opinião Turma da Mônica Jovem:


E aqui tem os palpites para a ed. 28:

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