quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Garotas também manjam de informática

20:18 25 Comentários
Sabem uma coisa que eu gosto na LT? É o fato de terem colocado uma garota ocupando o posto de nerd. E ela não é meramente uma personagem secundária que mal aparece. É uma garota inteligente e bem ativa nas histórias.

Agora, o que temos na TMJ? A única garota meio nerd que tem é a Cascuda, que mal aparece e quando aparece, é uma chata controladora. Tirando ela, qual outra garota de fato inteligente que tem na turma? Alguém com conhecimento em tecnologia, informática, programação... nenhuma, né?

Infelizmente, existe uma idéia errada de que mulher não sabe lidar com tecnologia, matemática e demais ciências exatas. E por causa dessa idéia, muitas têm medo de se arriscar nessa área e as que se atrevem logo são taxadas de esquisitonas.

E para quem acredita que mulher não sabe lidar bem com tecnologia, vai uma dica: a primeira programadora de toda a história é uma mulher. Fizemos muitas coisas nas ciências e na área de informática, apesar de todo um ambiente hostil e machista conspirando contra nós. Afinal, não é nada fácil fazer grandes descobertas quando não se tem acesso nem a alfabetização básica, como aconteceu e ainda acontece com tantas mulheres pelo mundo afora.  

Voltando ao assunto, vocês devem lembrar de quando Aninha venceu e superou aquele jogo katana, onde no início só jogadores homens podiam ser samurais. Ela mudou o jogo, desenvolveu mais ainda, enriqueceu. Na área dos games, existem mesmo muitas mulheres, mas elas sofrem discriminação. Muitas se queixam que quando entram para jogar online, muitos idiotas jogam cantadas ridículas e não respeitam. Para terem algum sossego, muitas chegam a jogar com nomes e personagens masculinos.

Então, como uma espécie de homenagem, fiz esse desenho. Eu tive que aproveitar outro porque está difícil passar os desenhos do papel para o computador. Aí precisei fazer traccing. Mas o resultado ficou bom. É a vida de uma garota geek.

Tem quebra-cabeça também.  

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

LT 53 - A invasão das aranhas gigantes

20:15 12 Comentários


Estava olhando o resumo da LT desse mês e... caramba, vai rolar um aranhão enorme dentro de uma gruta! E de quebra, tem o sumiço de pessoas numa cidade pequena. Ah, sim... e uma pitada do namoro dela com o Bola.

Não me levem a mal, mas está difícil não fazer uma comparação com a TMJ desse mês. Quer dizer, a Mônica e o Cebola vão investigar um “crime” no colégio limoeiro, enquanto Lulu e Aninha tem um mistério de rapto de pessoas e aranha gigante.

Aliás, eu até lembrei dos filmes de aranhas gigantes que eu vi na minha infância. O primeiro deles se chama “a invasão das aranhas gigantes”, quando um meteoro cai na Terra e se divide em vários pedaços de rochas onde tem aranhas pequenas que irão crescer e virar monstros enormes.

Vocês devem ter se lembrado também daquela aranha gigante que aparece no filme do “Harry Potter e a Câmara Secreta”. Ela vivia numa gruta com seus filhotinhos (aranhas quase do tamanho de uma pessoa e que comiam gente). Vai ver tiraram essa idéia do filme, mas tranqüilo porque fiquei bem curiosa.

Parece até que vai rolar um terrorzinho, o que eu adoro. Até o nome da história lembra aqueles filmes antigos de terror. Estou ansiosa para ler e entender todo esse mistério!

La Revenge - Capítulo 62

19:43 6 Comentários
Pois é, pessoal! Esse é o último capítulo da fanfic. Acabou-se! Confesso que ficou meio açucarado para o meu gosto, mas acho que algumas pessoas vão gostar. Eu tentei não deixar nenhum fio solto, por isso o capítulo ficou bem grande, o maior de todos.

A história pode parecer comprida, mas se for contar o número de palavras, ficou menor que a “Universo em desequilíbrio”. Os capítulos é que ficaram menores para que a leitura não fosse tão cansativa. Espero que tenha dado certo.

Espero que tenha gostado e muito obrigada para quem acompanhou a história até aqui. Agora vou dar um tempo para pensar na próxima história. Eu ainda não sei se vai ser algo sobre a TMJ ou um original.

Há tempos venho tentando escrever alguma coisa. É como se a história estivesse na ponta dos dedos, mas por algum motivo ela não sai de jeito nenhum. Acho que a inspiração só aparece no momento certo.

Estava dando uma olhada na fanfic “gostosuras ou travessuras”. Pode parecer estranho, mas ela é minha preferida. Eu gostaria de repetir a mesma experiência, mas para falar a verdade nem sei como conseguir escrever aquela história. Foi uma coisa que saiu de um jeito que até hoje não entendo.

Normalmente as fanfics são longas, então é um mistério para mim ter conseguido escrever uma de sete capítulos e que mesmo assim tenha ficado razoável.

Chega de velhas desculpas e velhas atitudes! Que o ano novo traga vida nova, como o rio que sai lavando e levando tudo por onde passa 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

TMJ#62 - Campeões da Justiça: palpites

21:27 30 Comentários

Saiu a capa da TMJ 62 e achei que ficou bonita. Ultimamente eles tem melhorado bastante nas capas, não vou negar. Falta apenas melhorar um pouco mais nas histórias.

Ao fundo, o cenário lembra um pouco de um tribunal, tendo a balança da justiça ganhando destaque. Como imaginei, os personagens da capa são Cebola, Mônica e a pessoa acusada injustamente, nesse caso o Toni. Teve quem estranhasse a pose e o jeito do Toni, mas até que gostei. Ele é um bad boy, tem que fazer cara de mau e tudo.

O Cebola também ficou bonito, só não gostei desse babador que colocaram nele. Quando olho para a imagem, esse troço logo desvia a minha atenção do restante. Já a roupa da Mônica ficou boa, parece mesmo uma advogada. Agora, ainda tá difícil engolir ela ter cortado os cabelos na edição passada e depois aparecer com eles no estilo antigo nessa. Sei lá, ficou estranho, faltou coerência.

Já pensou se o Cebola ou o Cascão raspassem totalmente a cabeça numa edição e depois aparecessem com os cabelos normais na próxima? Ia ficar bem estranho, não ia? Com a Mônica se dá o mesmo. Sem falar que eu gostei mais do novo estilo porque lembra o cabelo dela quando criança e também é mais parecido com o cabelo dela nas primeiras edições.

Mas tudo bem, não estamos aqui para falar do capacete cabelo da Mônica. Vamos aos chutes.

A princípio não parece nada complicado. Alguém vai aprontar no colégio, o Toni será acusado injustamente e a Mônica tentará defendê-lo enquanto o Cebola descobre o verdadeiro culpado. Nada de extraordinário. Se bem que pode acontecer de o Toni ser o criminoso e eles o puseram na capa para confundir os leitores.

Qual será o tal crime? Confesso que essa palavra é um tanto forte porque crime lembra roubo, assassinato, estelionato, tráfico, etc. É pouco provável que a gente vá ver isso na história. Se bem que roubo pode até ser. De repente alguma coisa foi roubada no colégio, talvez dinheiro ou algo importante. Também pode ser crime de vandalismo ou então alguém andou botando terror nos alunos e a culpa caiu sobre o Toni, que já tem histórico de valentão.

É claro que todo mundo vai acreditar na culpa dele, menos a Mônica. o que fará com que ela pense na inocência dele? Por que ela vai se preocupar em defendê-lo? Talvez senso de justiça? E será que o Cebola vai dar chilique por ela defendê-lo? Tomara que não, porque ando meio enjoada das brigas desses dois.

São tantas perguntas... será que o Toni é mesmo inocente ou no fim das contas é o criminoso de verdade e ficou fazendo hora com a cara da Mônica e do Cebola? Como será que eles vão descobrir a verdade? E o mais importante: caso o Toni seja mesmo inocente, quem será o tal criminoso? Está difícil responder porque nem sabemos qual foi o crime. Alguém arrisca um palpite?

Bem... eu acho que pode ter sido alguém de fora da turma. Ou quem sabe no fim das contas foi tudo um engano e não existe culpado nenhum? Seria um final pouco previsível.

Agora, será que nessa história a Mônica vai encontrar sua vocação? Ela bem que leva jeito para advogada. Claro que será preciso controlar o gênio forte para não querer partir para cima do juiz e dos promotores, mas acho que ela pode dar conta sim.

Mônica já mostrou que é boa em investigar quando descobriu quem é o rei dos trolls na Ed. 57, então acho que vamos ter uma boa história de detetive nessa edição. Vai ser legal vê-la trabalhando junto com o Cebola, cada um tendo um foco diferente. Claro que no início ele vai acreditar que foi o Toni, mas alguma coisa o fará mudar de idéia e investigar mais a fundo.

Não digo que estou com grandes expectativas com essa história, mas estou bem curiosa para ver como vai ser. Pena que ainda faltam muitos dias para a edição sair.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O mundo de ponta cabeça

20:56 14 Comentários
Querem tentar uma coisa nova ao desenhar? Experimentem virar o desenho original de ponta cabeça e vejam o resultado.

Parece estranho, mas costuma acontecer de o resultado ficar melhor quando o desenho que estamos copiando é virado de cabeça para baixo.


Façam o teste. Peguem uma edição qualquer da TMJ, escolham uma imagem simples e virem de cabeça para baixo. Então tentem copiar essa imagem e vejam o resultado. Por que funciona? Tem a ver com a forma como nosso cérebro processa as informações.

Nosso cérebro tem dois hemisférios: o esquerdo que é lógico, racional, controla o tempo, faz contas, é metódico e detalhista. O direito é mais ligado a fantasia, desenho, emoções, lida com espaços e não tem noção de tempo.


Quando estamos desenhando, é o hemisfério direito quem deve comandar. Por que? Porque ele nos ajuda a desenhar aquilo que vemos na nossa frente, traço por traço.

O hemisfério esquerdo tem tipo um conjunto de símbolos para cada coisa. Só que esses símbolos são resumidos e simplificados. O símbolo da mão seria tipo uma coisa com vários apêndices representando os dedos. Então quando a gente tenta desenhar a própria mão, acaba desenhando uma coisa esquisita porque deixamos que o hemisfério esquerdo faça a tarefa.

O que atrapalha na hora de desenhar é ficar dando nome as coisas. “Isso é o nariz, isso é a boca, os olhos, etc.” é o hemisfério esquerdo que faz isso. Então, ao ficar dando nome para as coisas, ele vai usando os símbolos que estão armazenados ao invés de prestar atenção ao que está na nossa frente.

Virar o desenho de ponta cabeça é uma forma de enganar o lado esquerdo. Fica mais difícil reconhecer as partes e no fim ele acaba se cansando e deixando a tarefa para o lado direito, que é o mais adequado para desenhar.

Então, quando forem copiar algum desenho, tentem virar de cabeça para baixo. Prestem atenção aos traços e não fiquem dando nome a cada coisa que desenham. Só olhem e desenhem sem pensar em mais nada.

Outra coisa: não virem o desenho de cabeça para cima enquanto não terminarem. Depois me contem como saiu. De repente posso publicar aqui no blog os desenhos dos leitores.

Desenhos de quem tentou a experiência:

Desenhado por Turma da Mônica Jovem
Desenhado por Giovanne Luiz


domingo, 15 de setembro de 2013

LT 52 - Retratos da vida real: críticas

09:19 9 Comentários
Sabe, é a primeira vez que faço uma critica de Lulu Teen no meu blog. Por favor, não me acusem de alta traição! Eu ainda amo a TMJ, mas isso não me impede de gostar de outras coisas também. E a edição de LT desse mês merece uma crítica.

O que me chamou a atenção há história desse mês foi o objetivo de passar uma maior consciência política aos leitores.

Mas heim? Consciência política? Que troço é esse? Consciência política é o que nos permite cobrar, criticar e buscar soluções para os problemas da sociedade em que vivemos. Quando temos essa consciência, somos capazes de entender nosso papel como cidadãos com direitos e deveres e também de que podemos mudar as coisas, ainda que aos poucos.

A maioria das pessoas, especialmente os jovens, não têm essa consciência. E não posso culpá-los. Com tanta roubalheira, corrupção e tudo acabando em pizza, a gente fica desanimado, cético e apático. É como se não adiantasse fazer nada. Mas sabem de uma coisa? É isso que eles querem: que o povo fique apático, não acredite em nada. Porque se algum dia todos acreditarem que é possível mudar a coisa, aí acabou a mordomia lá do congresso.

A história começa com Lulu trabalhando em um mutirão para ajudar uma escola municipal. Por isso eu me identifiquei bastante porque já estudei em escolas carentes, onde faltava até carteira para sentar e a merenda muitas vezes era um caldo ralo com macarrão branquelo. Sei como é difícil.

Só que diferente da maioria, ela questionou a situação, se sentiu indignada e incomodada enquanto os outros apenas aceitaram as coisas como elas estavam. Quer dizer, todo mundo trabalhava, se esforçava e tentava melhorar a escola. Isso é louvável e tem seu mérito. Só que as pessoas mergulharam tanto nisso que acabaram esquecendo de que esse trabalho não era só deles. Era da prefeitura também.

A comunidade deve ajudar e participar sim, mas os políticos também têm que fazer sua parte que é fornecer condições para que todos possam trabalhar.

Enquanto Lulu corria atrás para descobrir as razões de a verba não chegar até a escola, Bola e sua banda estavam tendo problemas com a Rosa, que sempre pareceu meio problemática. Ela desapareceu deixando-os no maior aperto. Finalmente eles conseguiram assinar um contrato, (ainda que quase na marra) e precisavam se dedicar e levar a sério.

Eles mantiveram o clima de suspense, com ninguém achando a Rosa em lugar nenhum. Uma quantidade enorme de jovens desaparecem todos os dias, então esse tipo de situação é bem preocupante.

Dá para ver que a família dela não é exatamente convencional. Eu não acompanho LT desde o iniciozinhoe não sei a história deles, mas parece que são pais separados, cada um com sua filha, que se casaram e as duas passaram a dividir a mesma casa. Não deve ter sido fácil para nenhuma delas, já que elas são tão diferentes.

Ponto para LT que não focou num casamento totalmente tradicional e mostrou que divórcio existe e é realidade.

Também gostei de ver como Lulu correu atrás, investigou o caso e não desistiu. Ela inclusive procurou ajuda de outras pessoas, fez pesquisas e até quis ir a delegacia onde pelo visto o pessoal a conhece. Ela é curiosa mesmo e gosta de investigar as coisas, o que é bom.

Quando o culpado foi descoberto, ela pensou que fosse tipo um criminoso cinematográfico e levou um susto ao descobrir que era um político, uma figura importante que certamente não parecia um criminoso. Mas é assim mesmo. Os maiores crimes são cometidos por gente engravatada e de colarinho branco.

O mais irônico é que as pessoas vêem isso e depois esquecem na próxima eleição quando esse político sobe no palanque para fazer mais e mais promessas. É sempre assim. Durante as eleições, todo mundo é amigo, anda com as pessoas simples, se mostra comprometido com as mudanças... aí quando ganha desaparece e vai comer nosso dinheiro. Nas próximas eleições começa tudo de novo porque a grande maioria esquece em quem votou no passado. Eu mesma já esqueci muitas vezes.

E no fim temos um bom suspense. Rosa foi encontrada na casa de uma ex do Vicente, o que é meio estranho. Por que ela procuraria a ex-namorada do pai dela e não uma amiga? Aí vem a bomba que deve ter deixado muita gente de cabelo em pé: ela diz que o Vicente não é pai dela, mas a conversa acaba aí e ficamos sem saber o que aconteceu no final. Ela apenas volta para a banda e os ensaios continuam.

Assim o leitor fica com a intrigante e instigante pergunta na cabeça: ela é adotada? O que aconteceu? Como ela foi parar com o Vicente? Então era por isso que ela o chamava pelo nome e não de pai, mostrando que talvez ela já soubesse disso.

Eu achei que a história desse mês foi acima da média, por isso comentei. Tem mais lances da vida real e parece que o foco de LT são mistérios, investigações, Lulu resolvendo problemas usando a cabeça. Acho que eles poderiam seguir essa receita e ter sucesso.

 E finalmente deram notícias do Leon! Vamos ver se a Glorinha se resolve com ele agora. É claro que o Plínio vai ficar chateado, mas fazer o quê, né...

Bom, eu sei que exercer cidadania não é nada fácil. Afinal, o que uma criança/adolescente pode fazer? Começar com coisas pequenas. Não precisam iniciar um grande movimento político para mudar as coisas.

Tenham um pouco mais de civilidade, não jogando lixo no chão e não depredando patrimônio público. Na escola, evitem rabiscar as carteiras. Eu fazia isso e me arrependo dessa atitude infantil. Felizmente na época as carteiras eram laváveis e eu escrevia a lápis, mas ainda assim é errado.

Pior é quando riscam com estilete. Isso não sai nunca e estraga aquilo que é de vocês e dos outros alunos. Também não joguem papel no chão. Tem sala que fica emporcalhada porque o pessoal não enxerga a lata de lixo que fica lá no canto.

Se não dá para levantar e jogar o papel fora, então arrumem um jeito de guardar para jogar depois. Levem saquinhos plásticos e embalem seu lixo. No fim da aula, joguem fora. As faxineiras agradecem. Elas não estão ali para limpar a porcaria de vocês.

E quando lerem e ouvirem alguma coisa, não acreditem logo de cara. Toda nossa mídia é manipulada. Eles mostram apenas o que querem que a gente saiba. Nem sempre a televisão diz a verdade.

Vão tomando pequenas iniciativas. Comecem na casa de vocês e vão aos poucos tentando coisas maiores. Um passo de cada vez, no ritmo e no jeito de cada um. É assim que aos poucos a gente vai mudando nossa realidade.

Olhem ao seu redor e vejam o que podem fazer para melhorar. Sempre existe trabalho a ser feito, não se preocupem.

“Ain, meldels, mas eu não posso mudar o mundo sozinho! De que adianta só eu fazer e os outros não?”

Os outros são os outros. Vocês não podem fazer nada quanto a eles, mas podem fazer com vocês mesmos. Não sejam marias vai com as outras. Sejam um pouco DC e façam as coisas porque é certo, não importando o que os outros fazem ou deixa de fazer. mas até que tem uma boa notícia.

Lembram da TMJ 46? Em uma parte, Nina falou que as pessoas estão ligadas de certa forma. A ação de uma pode influenciar as outras. Quando alguém faz algo, os outros também podem seguir o exemplo e aos pouquinhos a mudança vai espalhando. Mas alguém tem que tomar a iniciativa. Não fiquem com a bunda grudada na cadeira o dia inteiro esperando que as coisas aconteçam. Tomem iniciativa e sejam agentes de mudança também. 

sábado, 14 de setembro de 2013

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

La Revenge - Capítulo 57

19:26 0 Comentários
É hoje que vão descobrir o esconderijo do Capitão Feio e por que o Ângelo não conseguia encontrá-lo. Vai acontecer muitas coisas nesse capítulo, não percam!

A história está nos finalmentes. Se eu não resolver editar nada daqui para frente, a fanfic vai acabar no capítulo 62.

Todos deveriam sofrer uma humilhação uma vez na vida para que a arrogância desse passagem à maturescência humana

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

terça-feira, 10 de setembro de 2013

A nova Mônica e Estereótipos de gênero

20:11 13 Comentários
Se tem uma coisa que a ed. 61 mostrou bem é como os estereótipos de gênero são prejudiciais. Mas o que é isso? Vou tentar explicar.

Estereótipo é quando a gente olha para pessoas de um grupo e diz que elas são de um determinado jeito. Nós damos a esse grupo várias características como se todos fossem iguais e não levamos em consideração que cada membro desse grupo é uma pessoa diferente.

É basicamente tentar obrigar todas as pessoas de determinado grupo a usarem o mesmo número de sapato sem entender que cada um tem o pé de tamanho diferente.

Por exemplo: quando alguém fala que quem mora na favela é bandido, isso é um estereótipo porque está colocando todo mundo como farinha do mesmo saco sem refletir que nas favelas também mora gente honesta e trabalhadora.

Outro exemplo de estereótipo é quando falam que português é burro, ou que os japoneses são inteligentes e bons em tecnologia. Deu para entender?

Estereótipo de gênero é quando determinam regras para homens e mulheres dizendo como cada um tem que se comportar, vestir, falar, quais papéis devem desempenhar, etc. Quando falam que toda mulher é delicada e todo homem é agressivo, isso é também um estereótipo de gênero.

Dizer que toda mulher quer casar e ser mãe também é um estereótipo, assim como falar que todo homem gosta de cerveja e futebol.

E o que a história da Ed. 61 tem a ver com isso? Essa história mostra a tentativa da Mônica de se encaixar num estereótipo de gênero onde se fala que toda garota deve ser delicada, sempre tranqüila e dependente de um príncipe encantado. Lembram daquele drama que ela fez com o Cascão por causa da bolada? Aquilo foi uma tentativa de se encaixar naquilo que a sociedade em geral espera das garotas.

As roupas, atitudes, ver o Toni maltratar seus amigos e não fazer nada... tudo isso foi uma forma que ela achou de se encaixar no que esperam de uma garota. Aliás o próprio Toni resumiu bem a mentalidade que as pessoas tem: a de que mulher não pode ser independente demais ou o homem fica sem função.

Por que isso é prejudicial? A história falou por si só. Ela foi feita de trouxa pela Carmem e quase caiu na armadilha do Toni. Tudo isso para se encaixar num estereótipo que não leva em conta a individualidade de cada pessoa. A Mônica é uma garota forte, mas às vezes sente dificuldade com isso porque todo mundo diz que as garotas têm que ser de um jeito. Quem não se encaixa nesse molde é freqüentemente desrespeitado e discriminado.

O objetivo do feminismo é desmontar esses estereótipos de gênero, dando as pessoas mais liberdade para serem elas mesmas.

Por que uma mulher não pode ser independente e decidida?

“Ain, mas assim o homem fica sem função”

Ué, mas quem disse que a função do homem é proteger e carregar a mulher nas costas o tempo inteiro? Aliás, se para ser forte, um homem depende que a mulher seja fraca, então eu sinto pena dele. Só um fraco depende da fraqueza de outra pessoa para se sentir forte.

Então, gente, antes de dizerem que “mulher tem que ser/fazer isso” e “homem tem que ser/fazer aquilo”, pensem muito bem se é nisso que acreditam ou se estão apenas repetindo o que todo mundo fala.

Estereótipos de gênero não são naturais e genéticos. São coisas moldadas pela cultura e sociedade. Não são verdades supremas e absolutas. Muita gente sofre, se sente inadequada e deslocada porque não consegue se encaixar nesses padrões. Lembram do exemplo do sapato? Pois é.

A sociedade nos dá um determinado número de sapato e acha que temos de calçá-lo de qualquer jeito. E quando não conseguimos nos acostumar com esse sapato, falam que tem algo de errado com nossos pés.

A Mônica conseguiu se libertar dessa armadilha, mas milhões de pessoas pelo mundo afora continuam aprisionadas sem nem ao menos saberem. Vivem a vida inteira tentando se encaixar em algo que não lhes serve só para agradar a uma sociedade que não os aceitam do jeito que são. Isso não é vida. Pensem nisso.

Aqui vai a imagem dela no novo visual. Bonito, não nego, mas vemos que não combina com a personalidade dela. A Mônica é uma garota forte e não há nada de errado nisso.

La Revenge - Capítulos 53 e 54

18:55 2 Comentários
Os capítulos não são muito movimentados, mas os próximos terão bastante ação e movimento. Parece que o Cebola está a um passo de tomar vergonha na cara. Aí, quando ele aprender a lição, seu sofrimento vai acabar. Viram como eu não sou tão malvada assim com ele? Enquanto isso, Penha está sofrendo na mão de Agnes.

A depressão faz um homem olhar em uma só direção: a pior

A ganância do ser humano destrói o seu próprio lar

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

"Eu te amo" não é desculpa

20:27 44 Comentários
Para quem ficou chocado com a frieza da Mônica com todo o chorume do Cebola na minha fanfic "La Revenge", vai esse pequeno vídeo para refletir e entender que "eu te amo" não é desculpa.

Não podemos aceitar que uma pessoa nos magoe, apronte, pise na bola e no fim dizer um "eu te amo" como se fosse um pedido de desculpas.

Quem ama, tem que mostrar com atitudes concretas, não com meras palavrinhas.

Aqui vai o vídeo. É curtinho e tranquilo de assistir.


domingo, 8 de setembro de 2013

La Revenge - Capítulo 51

17:01 23 Comentários
Dizem que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.Cada um de nós tem o direito de decidir sobre nossas vidas e qual caminho tomar. Mas uma vez tomada essa decisão, temos que arcar com as conseqüências. E nem sempre elas são agradáveis. Dois personagens dessa história vão descobrir isso da pior maneira possível.

Para quem pratica o mal, não há como fugir. No devido tempo, o castigo chegará

Mônica na Passarela

11:20 20 Comentários
Que coisa, eu tinha feito essa imagem da Mônica e esqueci de postar o png e o quebra-cabeça. Agora está tudo atualizado. Divirtam-se!

Só uma pergunta: qual seria a próxima garota da turma a desfilar? Até agora fiz da Mônica, Magali e Maria Melo. Vou deixar vocês escolherem.


sábado, 7 de setembro de 2013

CBM #1: Um novo começo - Críticas

17:53 11 Comentários


Finalmente, depois de muita lenga-lenga, mimimi, nhé-nhé-nhé e enrolação, saiu a primeira edição do Chico Moço. Todo mundo estava esperando (e quase arrancando os cabelos com tanta demora).

Primeiro falemos da capa, que ficou bem bonita mostrando muitos dos personagens. Uns deu para reconhecer na hora. Outros estou até agora sem saber quem são. Talvez sejam colegas de faculdade do Chico.

Não sei se dá para falar muita coisa porque essa foi a primeira edição, que deve ter sido tipo uma apresentação mostrando o começo da nova vida dele e dos seus amigos. Imagino que a intenção tenha sido mostrar cada personagem crescido e o rumo que ele decidiu tomar na vida.

O Chico até que ficou bem bonitão na versão quase-adulta. Ele perdeu o sotaque do interior, que eu achava bem engraçado e agora vai morar na cidade grande. A Rosinha também ficou bonita apesar de eu não ter gostado muito de terem mantido praticamente o mesmo visual de quando ela era criança. Também achei que ela ficou, sei lá, recatada demais a ponto de ter vergonha até de ganhar beijo do namorado.

Eu sei que é uma garota do interior e tudo, mas podiam pelo menos ter mudado as roupas dela. Vamos ver se morando na cidade ela melhora um pouco o guarda-roupa.

O Genesinho, filho do coronel, também manteve a mesma personalidade de mauricinho arrogante filhinho de papai. Pena que ele foi embora para o exterior, porque seria um personagem interessante de se manter para atrapalhar um pouco a vida do Chico.

O discurso que o Chico fez para dar uma lição no Genésio também foi bonito e deixou o mauricinho sem resposta.

A história foi tranqüila, cheia de despedidas, mostrando mesmo uma mudança de fase. Até o saci apareceu para despedir do Chico. Não sei se vocês sabem, mas ele apareceu em muitas histórias fazendo travessuras. Quem acompanha desde pequeno deve ter entendido bem a aparição dele.

Bom, acho que fora isso não tenho mais nada para falar. Vamos ver como vai ficar a edição do mês que vem, onde devem falar do começo de vida dele na nova cidade, vai conhecer seu colega de quarto, deve ter o primeiro dia na faculdade, talvez algumas dificuldades por causa do seu jeito meio caipira de ser... essas coisas. Estou bem curiosa para saber como serão as historias futuras.

E como é a primeira edição, fiz esse desenho usando os que já tinham na revista. Devo dizer que a paisagem deu um trabalhão danado, mas acho que valeu a pena. Tem png e quebra-cabeça também.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Escrever primeiro, publicar depois

16:59 9 Comentários
Essa dica não é exatamente sobre como escrever bem ou criar uma história legal. É algo prático mesmo.

Uma coisa que eu sempre faço ao criar minhas fanfics é: escrever primeiro, publicar depois. E quando digo “escrever primeiro”, é exatamente isso. Eu escrevo toda a história, separo em capítulos e só quando termino tudo é que vou revisando e publicando aos poucos.

Por que isso?

Primeiro: eu escrevo no Word e salvo. Escrever diretamente no Nyah ou no Animespirit pode trazer a complicação de a internet cair ou dar qualquer outro problema e a pessoa perder tudo o que escreveu. Fazer no Word e salvando de tempos em tempos, esse risco diminui.

Segundo: escrever primeiro e publicar depois garante que a história será finalizada e as atualizações serão constantes. A meu ver, uma fanfic deveria ser atualizada todos os dias ou no máximo dia sim, dia não. Há pessoas que até escrevem boas histórias, mas demoram tanto para atualizar, mas tanto, que eu acabo desanimando totalmente.

É por isso que eu só leio histórias completas. É muito chato ficar esperando dias e mais dias pelo próximo capítulo. Só para vocês terem uma idéia, tem uma história que eu estou acompanhando só porque gostei muito mesmo. Ela começou a ser publicada no dia 07/02/2011 e a última atualização foi só em 12/02/2013! E a história ainda não acabou!

Há outras que também chamaram a minha atenção e eu gostaria de ler, mas não leio porque as atualizações são muito, mas muuuuuito espaçadas, coisa de meses! Aí não dá mesmo.

Todos os dias aparecem fanfics novas e eu até tenho vontade de ler, mas depois elas desaparecem porque nunca mais são atualizadas.

Eu sei muito bem que às vezes dá aquele branco danado e a gente não consegue escrever mais nada. Ou então temos algum problema pessoal que nos impede de dar atenção a história. É por isso mesmo que eu recomendo só publicar depois de pronta. Assim não existe esse compromisso de atualizar sempre porque há pessoas esperando.

Algumas fanfics minhas, como universo em desequilíbrio e 2012, levaram meses para serem concluídas. Se eu tivesse publicado antes de terminar, teria deixado todo mundo esperando por muito, muito tempo. Então eu escrevo primeiro, levo o tempo que precisar e sem pressa. Se acontecer algum imprevisto ou se eu quiser desistir, tudo bem. Não vai ter ninguém lendo.

Atualmente eu estou publicando a fanfic “La Revenge” e a história está completa. Eu só vou revisando os capítulos, refinando algumas coisas, corrigindo o português e publicando. Se acontecer algum imprevisto ou problema, eu publico do jeito que está mesmo e ninguém fica esperando.

Terceiro: escrever no Word também tem uma vantagem: o corretor ortográfico. O Word não garante um português perfeito, claro, mas pelo menos previne os erros mais grosseiros. Ele também olha a pontuação, se a frase está começando com letra maiúscula, etc.

Eu posso parecer meio chata por enfatizar tanto a importância do português, mas já aconteceu de eu tentar ler algumas histórias e não conseguir porque estavam mal escritas e isso atrapalhava o entendimento.

Então, se querem fazer uma fanfic, experimentem escrever primeiro e só depois de pronto publicar. Vai ser mais demorado, mas pelo menos garante uma história completa e com uma escrita um pouco melhor.

TMJ# 61 - A nova Mônica: Críticas

11:15 16 Comentários
Eu estava esperando passar um tempo para ver se conseguia gostar da história. Mas acho que se for esperar por isso, vai demorar muito, mas muito mesmo.

Sei que muita gente deve ter gostado, mas eu vou ser sincera: a meu ver, é a história mais fraca do ano inteiro. Acho que ela valeu mais pela mensagem que passou do que pelo roteiro em si.

A história quase não teve ação, somente a lenga-lenga da Mônica tentando mudar o tempo inteiro para no fim continuar do jeito que era. E, claro, sempre falando sobre os zilhões de defeitos da Mônica, que ela é isso, aquilo, aquilo-outro, blábláblá... tipo assim, é como se todos da turma fossem deuses perfeitos e a Mônica a única mortal defeituosa cheia de problemas e falhas.

Quando comecei a ler, de cara me senti mal ao me deparar com o eterno dramalhão entre a Mônica e o Cebola. Sei lá, senti uma coisa ruim no estômago, uma espécie de enjôo. Foi bem desagradável porque eu, como muitos leitores, estou cansada desse drama que não se resolve nunca.

Caramba, eles repetiram a mesma coisa da Ed. 59 quando eles começaram a história brigando! Será que eles vão ficar pendurados nesses dois a vida inteira?

Se bem que meus olhos até iluminaram um pouco quando o Cebola “terminou” tudo com a Mônica. Confesso que fiquei alegre por um tempo achando que finalmente iam acabar com esse eterno mimimi.

Eu também gostei de ver que, diferente as outras edições, a Mônica não ficou de chorume pelos cantos. Ela pareceu ter aceitado numa boa o fim e até se permitiu gostar de outras pessoas. Sejamos justos: nesse ponto eles mandaram muito bem. Pode ser que meu sonho de vê-la tomar vergonha na cara se realize algum dia. Quem sabe?

E numa coisa eu concordo com a Magali em gênero, número e grau: as coisas entre eles já está começando a dar no saco mesmo! Os dois não se entendem nunca, sempre brigando e trocando farpas. Sentimento nenhum, por maior que seja, suporta esse tipo de coisa. E ela está totalmente certa ao falar que nem os leitores agüentam isso. Pelo visto, o pessoal da TMJ já sabe muitíssimo bem que todo mundo está começando a ficar de saco cheio desse eterno drama que nunca se resolve.

Claro que eles saberem é uma coisa, fazer algo a respeito é outra muito diferente. Afinal, uma coisa eu tenho que admitir: é esse drama que faz vender revista. Eles não são loucos de matar a galinha dos ovos de ouro, certo?

O conselho que ela deu para a Mônica (esquecer quem não a merece), foi perfeito. Claro que isso nunca vai acontecer, mas que o conselho foi bom, foi sim.

Ao que parece, o foco da história é a crença de que mudar o visual muda o interior da pessoa. Por um lado, pode até mudar o humor e o estado de espírito. Mas mudar a pessoa realmente a ponto de eliminar seus defeitos, isso não acontece. A Mônica precisou aprender que mudar o visual não muda sua personalidade.

Foi bem interessante ela tentar se diferente, mas parece que cometeu o erro de achar que garotas delicadas e meigas são frescas, choronas e burras. Fresca porque ela começou a se comportar como uma donzela indefesa a ponto de o Cascão preferir ela como antes. ninguém agüenta gente chorona.

E burra porque ela achou que ser delicada e sensível é ser boba e tapada. Ela tentou ser delicada com a Carmem e acabou fazendo o maior papel de trouxa. Aliás, isso é até uma boa lição para os leitores.

Ser bom não é ser bobo. Não podemos deixar que as pessoas abusem de nós. Mesmo quando erramos, isso não é desculpa para que as outras pessoas pisem em cima sob o pretexto de estarmos compensando nossos erros.

E ser delicada também não é ser capacho como aconteceu com ela e o Toni. Por pouco ela não vira uma retardada submissa sem vontade própria. Se bem que numa coisa eu concordei com o Toni: o pessoal da turma reclama da Mônica, fala que ela é isso e aquilo, mas na hora do aperto vai todo mundo atrás dela para pedir ajuda. O Dudu, por exemplo, quando teve o dinheiro roubado, foi logo atrás da Mônica para pedir ajuda e ainda agiu como se ela tivesse obrigação de fazer alguma coisa.

Talvez estivesse na hora de ela aprender a colocar alguns limites mesmo, não deixar que todo mundo a faça de burro de carga.

Ainda bem que o DC apareceu para fazê-la abrir os olhos e perceber a roubada onde estava se metendo, caindo mais uma vez na lábia do Toni. Vamos ver se agora ela aprende que esse aí não vale nada. Aliás, faz tempo que ele não tem uma participação expressiva. Esse "triângulo" entre a Mônica, Cebola e ele está me saindo muito mixuruca. Já vi melhores.

O final foi previsível com o Cebola indo procurá-la para resolver as coisas. Só fiquei surpresa ele ter levado a Irene, mas pelo menos as duas pareceram ter feito as pazes. Quer dizer, assim espero, né? Porque na Ed. 50 elas se entenderam no final e nas próximas a picuinha voltou de novo. Espero que eles sejam mais coerentes nas próximas edições.

Por falar em coerência, eu já vi que na próxima edição a Mônica vai aparecer com o cabelo antigo. Será que ela vai passar algum tônico de crescimento acelerado nos cabelos para eles crescerem tão rápido? Sim, porque ao que parece, eles não pretendem manter essa mudança. Ela mesma falou no fim da história que vai usar esse estilo de vez em quando.

Agora, alguém consegue me explicar como se usa um corte de cabelo num dia e depois faz voltar tudo ao normal no outro? Acho que um pouco de coerência não faz mal a ninguém, certo? se um personagem corta o cabelo numa história, o correto seria que ele aparecesse com o mesmo corte na história seguinte, porque no mundo real cabelos não crescem tanto num dia para outro.

Enfim... tirando a participação da Denise, hilária e divertida como sempre, e a do DC que não aparecia há várias e várias edições, eu achei essa história bem fraquinha. Na verdade, a pior do ano. A mensagem que tentaram passar foi boa, não nego. Mas sei lá... continuo sentindo falta das historias antigas.

Antes que eu me esqueça... alguém aí além de mim sentiu que faltou alguma coisa nessa história? Tipo assim, eles puseram a Xabéu abraçando o Cebola junto com a sinopse dessa edição e nada dela aparecer. Sei lá, foi bem estranho. 

A propósito, estou esperando ansiosamente pela continuação de sombras do passado, porque pelo visto vai ser a única história realmente boa que teremos esse ano.

Eu ainda vou fazer um png dessa edição, só que ainda estou encalhada no desenho do Chico Moço. Estou fazendo um curso que ocupa boa parte do meu tempo livre, então as coisas poderão demorar um pouco mais de o normal.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Preview do próximo desenho

11:55 10 Comentários
Vocês devem estar estranhando a minha demora em postar as críticas, mas estou fazendo (na verdade refazendo) um desenho com o Chico Moço e esse está sendo meio trabalhoso por causa da paisagem. Então vai levar um tempinho mesmo. Aqui vai um preview para vocês verem:


terça-feira, 3 de setembro de 2013

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

La Revenge - Capítulos 39 e 40

19:42 4 Comentários
Mais dois capítulos saindo do forno! Hoje vamos descobrir que tipo de máquina o Capitão Feio anda construindo. E parece que a Mônica vai descobrir algumas coisas interessantes em suas investigações também.

O mundo tornou-se perigoso, porque os homens aprenderam a dominar a natureza antes de se dominarem a si mesmos

Quanto maior o desejo por desvendar um mistério, maior valor será atribuído à descoberta

domingo, 1 de setembro de 2013

La Revenge - Capítulos 37 e 38

20:38 6 Comentários
Hoje tem mais dois capítulos. Parece que algumas coisas muito importantes vão acontecer.

Como vai ficar o namoro do Cebola com a Irene? E será que a Mônica vai finalmente entender a razão de toda sua experiência? Só lendo para saber, né?

Antes que eu me esqueça, também li o Chico Bento moço e daqui a uns dias vou postar uma crítica dele também, junto com a da TMJ 61. Aguardem!

Meu coração é o canto da insatisfação

Existem momentos na vida em que a única alternativa possível é perder o controle.

Magali na passarela

17:15 36 Comentários
Hoje temos a Magali toda fashion usando um vestido com patas de gatinhos. Eu pensei em fazer com comida, mas achei que com gatos ia ficar melhor. Espero que gostem. Tem png e quebra-cabeça.

Ainda tem a crítica da TMJ desse mês e eu já li. Mas por favor, me dêem um tempo porque vou ser sincera: a meu ver, foi a pior história desse ano, uma decepção total. Por isso vou dar um tempinho para ver se minha opinião muda.

Talvez lendo de novo eu consiga achar que a história foi boa.