quarta-feira, 27 de junho de 2012

Bem vindos ao Japão (exceto o Cebola)

17:51 3 Comentários

Bem, eu não sei quem exatamente vai para o Japão, mas como na sinopse dizia que seria Cebola e Mônica, então a principio coloquei os dois. Se acontecer de o Cascão e a Magali irem juntos, de repente eu acrescento os dois também.

Esse desenho me deu trabalho. No inicio eu desenhei o kimono do Cebola ao contrário. Aí eu li que eles só amarram o kimono assim nos defuntos, então tive que editar o desenho dele. Espero que o resultado esteja bom.  

Todos parecem estar se divertindo, exceto o Cebola. Por que será né?

Keika, Tikara, Cebola e Mônica no Japão

quinta-feira, 21 de junho de 2012

TMJ #47 - Bem vindos ao Japão. Impressões iniciais

11:43 3 Comentários

TMJ 47 bem vindos ao japao capa


Para falar a verdade, não tenho nenhum palpite sobre a história. Sei lá, não despertou muito minha curiosidade. Pelo menos a capa ficou bonita apesar da cara de pateta do Cebola. Claro que as fãs dele vão discordar veementemente de mim. Enfim...

Eu gostei da moldura da capa, em estilo bem oriental. A alternância entre tons escuros e claros dão a idéia de um sol nascente, um dos símbolos do Japão. E desse país eu sempre gostei, tive curiosidade e tem muitos aspectos da cultura deles que eu admiro. E muitos petiscos da culinária japonesa que eu adoraria experimentar.

Aliás, já comi algumas coisas como sushi, salmão, kani e outras coisas. Provei até o tal do wasabi e fiquei com as narinas ardendo.

Voltando ao assunto, parece que eles tentaram resumir um pouco sobre o Japão, mostrando uma mistura de casas antigas com edifícios modernos, indicando que naquele país eles tentam conciliar o novo com o tradicional. As ruas mostram o movimento típico, sempre lotadas de pessoas e com aqueles letreiros luminosos que são bonitos apesar de a gente não entender patavinas o que está escrito.

E como falar do Japão sem mencionar lutas entre robôs e monstros gigantes? Isso é clássico e quem cresceu vendo Changeman e Jaspion sabe do que eu estou falando. Só muito depois é que os americanos tentaram fazer imitações baratas chamadas Power Rangers (que nunca conseguiu me cativar).

Agora vamos falar dos personagens que aparecem na capa.

A Magali ficou uma graça com aquela roupa imitando típico uniforme de colegial. Vocês sabiam que lá no Japão, as meninas vão a festas e baladas com o uniforme da escola? Aqui no Brasil, as garotas sempre ficam ansiosas para se livrarem dos uniformes, mas lá elas usam mesmo fora do horário de escola. É fashion.

A roupa do Cebola também não ficou ruim. Para ficar melhor ainda, só falta aparecer um monstro gigante para pisar na cabeça dele.

Quanto a Mônica, eu não sei... a roupa ficou linda mas acho que o laço no colar ficou assim meio que demais e também não gostei muito dos brincos de pompom embora entenda que eles combinem com a saia. Acho que os brincos podem passar, mas eu teria tirado aquele lacinho borboleta do colar dela. Ele esconde os colares e atrai muito a atenção. Ao invés de olhar os colares, eu só consigo enxergar aquela coisa roxa com bolinhas pretas.

Adorei as presilhas e dá para ver que ela está usando unhas decoradas, embora não dê para ver com mais detalhes. Pensando bem... eu teria feito a blusa dela com mangas mais curtas e colocado pulseiras nos braços dela. As mangas ficaram um pouco compridas demais e o anel de laço também ficou esquisito.

No geral, eu gostei da capa e daria nota 8 (a presença do Cebola tirou um ponto e aquele laço roxo tirou mais um). Só que tem umas coisas que eu fiquei meio que sem entender.

Na sinopse, fala que Mônica e Cebola ganham um concurso e vão para o Japão. Beleza. Irão os quatro ou apenas os dois? Talvez aconteça de o prêmio do concurso permitir que cada um leve um acompanhante. Até aí tudo tranqüilo. Só que no caso de ir os quatro, por que o Cascão não aparece na capa? E se acontecer de ir somente Mônica e Cebola, o que a Magali está fazendo na capa? A não ser que só os três irão, mas aí ficaria esquisito deixar o coitado do Cascão de fora.

E apesar de ter gostado da capa, eu acho que deveriam ter colocado a Keika e o Tikara. Afinal, a historia se passa no Japão, território deles, né? Sendo assim, suponho que a participação deles na história seja um pouco maior do que nas edições anteriores.

Então é isso. Antes de dar outra opinião, vou esperar para ver o que acontece. Pelo menos eu não tenho nenhuma expectativa com essa história, então o que vier é lucro.

Eu estou fazendo alguns desenhos dessa edição e até agora fiz dois. No primeiro, está só a Mônica e no segundo eu coloquei também Tikara, junto com uma mãozinha boba. Uma leitora da minha fanfic santuário pediu que eu desenhasse os dois. Normalmente eu não atendo a pedidos a não ser que me dê vontade de desenhar. Nesse caso, fica sendo mais para mim do que para quem pediu.

Para a escrita, eu usei o kanji que significa amor. Os dois símbolos abaixo são Mônica e Tikara que eu consegui usando um desses sites que escrevem nomes ocidentais em japonês. O fundo eu catei no Google imagens mesmo e fiz algumas alterações.

Ah, e aquele espetinho que está na mão do Tikara se chama dango, que é feito de farinha de arroz. Me deu até vontade de experimentar...

Monica usando kimono, sombrinha e lequeMonica e Tikara usando roupas típicas japonesas





terça-feira, 12 de junho de 2012

18:45 0 Comentários
Já que a Mônica vai para o Japão, talvez ela devesse mudar seu visual para se adaptar melhor:

Monica usando kimono

Mais um detalhe sobre a Ed. 46

09:58 3 Comentários

Eu não quero ficar remoendo essa história, mas há alguns detalhes que eu deixei escapar na crítica anterior e achei interessante falar sobre eles.

Na história é dito que para ficar com Nina, Ângelo teria que se tornar humano, mas... peraí! A Nina não é humana, ela é uma ninfa. E ninfas, pelo que eu estudei, são definidas como espíritos, ou deusas-espíritos. Em lugar algum fala que elas são mortais. Então, se Ângelo tivesse se tornado mortal para ficar com a Nina, seria um grande problema porque ele iria envelhecer e morrer enquanto ela continuaria jovem para sempre por ser uma ninfa.

Tem outro detalhe: de acordo com a história, para ter emoções humanas ele teria que incorporar matéria. Se é assim, por que Nina não se tornou humana também? Contradição rules, heim? Sem falar que Ângelo já mostrou emoções humanas em outras histórias e nem por isso virou humano. Até comer ele come! Tá, ele pode não precisar comer, mas pelo visto gosta de comer. Na história do aniversário da Marina, Ed. 26, ele cria uma barreira de proteção ao redor do local da festa. E ao retornar, ele diz “tomara que tenham bolinhas de queijo”. Ué, gostar de comida também não é algo humano? Eu não o vi perder as asas por causa disso. E ele também não perdeu as asas por dormir, que também é coisa de humano. Anjo não deveria comer e nem dormir, deveria?


Quem acompanha as histórias, sabe que ele mostra comportamentos bem humanos, como gostar de jogos como na Ed. 14, O Dono do Mundo, ele aparece jogando e até se empolga com o jogo. Isso também não é humano?

Na Ed. 21, no aniversário da Mônica, ele dá risadas quando o coelho diz que a Mônica é linda e formosa. Rir também é algo humano. Anjos deveriam rir também? Deveriam zoar? Se bem que ele ficou engraçado nessa história ao dar uma de sem noção falando sobre o risco de formigas mutantes levarem a comida embora, ou então inventando nomes toscos como ele sempre faz. E na Ed. 22, quando Denise debocha do nome que ele inventou quando entregou o bolo para Mônica (Ângelo padoca delivery), ele se “vinga” fazendo medo nela carregando-a para o alto. Engraçado... por que ele fez isso? Certamente porque não gostou da zoação dela. Ué, anjos não deveriam se ofender, deveriam? Afinal, isso é para quem tem ego e quem tem ego é humano, não anjos.

E só por curiosidade, há uma história nos gibis onde D. Morte se apaixonou por um humano. Por que ela não virou humana também? Por que isso só se aplicou ao Ângelo, justamente ao Ângelo?

Bem, acho que agora já deu. Eles não vão mudar o final mesmo, então paciência. Agora resta esperar a Ed. 47. Se bem que eu não estou lá muito empolgada ou curiosa com essa edição. O que vier, é lucro. 

O jeito é continuar com a minha fanfic. Se a MSP não quis dar um final feliz para o casal, então eu mesma vou fazer isso do meu jeito. https://www.fanfiction.com.br/historia/230167/Santuario

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Cebola em grande estilo

15:42 2 Comentários
Normalmente eu não gastaria meu tempo desenhando esse cara, mas resolvi aproveitar uns desenhos que eu já tinha aqui e ali e tentei fazê-lo menos mané. Eu usei um desenho de um personagem de Air Gear que encontrei na net como referencia pra fazer esse.

Cebola em grande estilo

quinta-feira, 7 de junho de 2012

quarta-feira, 6 de junho de 2012

terça-feira, 5 de junho de 2012

Minha nova fanfic - Santuário

19:54 0 Comentários
Não vou enganar ninguém. Estou escrevendo essa fic só de birra, porque não gostei nem um pouco do final da Ed. 46 Amor de Anjo e resolvi fazer uma continuação. Que finalzinho mais depressivo, credo! Tanta propaganda, tanta expectativa só por um final mixuruca?

Então vai ser sempre assim? Primeiro eles fazem uma capa linda e romântica, montam um tremendo show pirotécnico ao redor da edição e depois aparecem com essa porcaria de final avacalhado? Foi assim com a Ed. 34 e agora com a 46. Fico pensando se eles vão agir dessa forma em todas as edições centradas em romances dos personagens.

Essa história é para quem gosta e acredita em finais felizes.Eu sei que não adianta nada reclamar, xingar e nem espernear. A historia ficou assim e eles não vão mudar só porque eu quero, então já me conformei. Só me resta escrever uma continuação para a história. Afinal, quem disse que a vida não pode ter nenhum final feliz?

Então, está lançada a minha fanfic Santuário:



Capa da fanfic Santuário
Gêneros: Ação, Amizade, Aventura, Comédia, Drama, Fantasia, Romance

Classificação: +13

O Recanto do Paraíso é uma área verde que fica nas imediações do bairro do Limoeiro. Além de ser um local de beleza exuberante, é também o lar de várias espécies de plantas e animais, alguns em risco de extinção. E esse belo lugar também é muito especial e necessário para seres mágicos que defendem a natureza.

Infelizmente, esse pedaço do paraíso está sendo ameaçado por um ganancioso empresário que pretende transformar o lugar em um grande parque aquático, ameaçando com isso a fauna e flora local, assim como as criaturas mágicas com vivem ali. Com isso, Nina precisa novamente da ajuda de Ângelo e de toda a turma. Os dois se reencontram meses depois de terem se separados e o sentimento ressurge, deixando Ângelo apreensivo.

Enquanto todos procuram lutar contra a ganância que ameaça um santuário ecológico, Ângelo vai descobrindo aos poucos mais sobre si mesmo e sobre seus sentimentos, contanto para isso com a ajuda de quem ele menos esperava. Assim ele entende que para bons sentimentos não existem regras e que o amor é algo universal, permitido a todos e que não pode ser proibido para ninguém.

Link para a história: Santuário

E de quebra, também tem essa capa em forma de livro que fiz da fanfic:

Capa da fanfic Santuário em 3D

segunda-feira, 4 de junho de 2012

TMJ #46 – Amor de Anjo: críticas

19:20 12 Comentários

Bom, eu acabei de ler a Ed. 46 e vou agora dizer o que eu achei. Vou logo avisando que nesse texto tem spoilers, então quem ainda não leu, melhor parar por aqui porque eu não quero cortar o barato de ninguém. Agora, quem leu pode continuar.

Olha, confesso que estava até achando a história boa. Do contrário do que eu pensei, não teve nenhuma luta e teve até algumas surpresas interessantes, tipo o monstro que a Nina combatia ser as catástrofes naturais geradas pelos abusos das pessoas.

Foi tão fofo o Ângelo se apaixonando por ela, tendo um sentimento novo... e o fato de ela ser uma ninfa (que não é humana e pelo que sei também não é mortal) poderia até facilitar o romance dos dois.

Mas... como sempre... a MSP resolveu estragar toda a brincadeira fazendo com que os dois terminassem separados. Bom, eu nem posso reclamar muito porque já esperava por isso. Dessa vez não fui boba e nem ingênua em acreditar que os dois ficariam juntos. Então esse final não foi uma surpresa e devo admitir que a desculpa nem foi tão ridícula e patética quanto a do Cebola e da Mônica. Menos mal.

Claro que não precisava nada disso, afinal o comportamento e a vida dos personagens são controlados pelos roteiristas, que poderiam ter colocado o que quisessem. E eles optaram pelo mais fácil e menos trabalhoso, que seria fazer com que os dois terminassem separados.

E sejamos sinceros: todo aquele papo furado de “anjos não podem ter sentimentos humanos porque se tornam humanos, nhém-nhém-nhém” não colou nem um pouco. Quem acompanha as historias sabe que Ângelo sente raiva, amizade, fica irritado, ri e até zoa um pouco. Aliás, até vaidade ele tem. Então, ele já tem sentimentos humanos. Qualquer sentimento que ele possa ter, os humanos também já tem e por que com o amor tem que ser diferente? A única forma de Ângelo não ter sentimentos humanos seria não ter sentimento nenhum. Nem raiva, nem irritação, nem riso e nem aquele sentimento de inutilidade que ele sentiu no início da historia ao ver que a turma não precisava da sua proteção.

Para ser coerente, ele deveria ser um robô sem sentimento algum. Se tem um sentimento, qualquer que seja, já é um sentimento humano. Ou será que existe alguma regra separando os sentimentos em categorias? Tipo: esse sentimento aqui é humano, aquele outro não é. Nunca ouvi falar disso.

Pensando bem, o que o motiva a proteger os humanos? Certamente o amor que tem por eles. Ora, amor é amor. Não importa para quem direcionamos esse sentimento. É sentimento de qualquer forma. O sentimento de proteger e de cuidar também é humano. Se importar com os outros também é sentimento humano. Por que diabos ele pode ter tudo quanto é sentimento, mas na hora de se apaixonar, não pode porque é “coisa de humano”? Coerência, oi?

E onde está escrito que anjos não podem se apaixonar? A literatura sobre anjos é tão ampla e vasta que não se pode dizer que existem regras rígidas e bem específicas sobre eles. Então não há nenhuma lei dizendo que eles não podem amar alguém. Isso não é desculpa para ter feito com que os dois terminassem separados.

Afinal, se hoje em dia vampiro pode brilhar sob a luz do sol e lobisomem pode ser depilado, por que um anjo não pode viver um romance com uma ninfa? A única explicação, a meu ver, é apenas o fato de os roteiristas terem preferido escolher o caminho mais fácil. Não é preciso raciocinar muito para chegar à conclusão de que é muito mais fácil separar os dois no fim da história do que gastar tempo, energia e neurônio tentando encaixar o romance do Ângelo em historias futuras. Ai ai... pensar dá tanto trabalho, né?

Minha nota para essa edição? Vamos contabilizar:

-4 - Os dois terem terminado separados.

6 – A meu ver, a única coisa que dá para aproveitar nessa edição é a mensagem ecológica que ela passa. Nunca é demais alertar sobre os perigos dos abusos que os humanos cometem, então apesar de o tema não ser original e já ter sido falado em outras edições, eu ainda acho que é válido falar desse assunto e pelo menos eles mudaram o enfoque, falando da mesma coisa de uma forma diferente.

-2 – porque achei meio tosco a Nina não querer salvar a irmã do Cebola só “porque não era trabalho dela”. Já pensou se todo mundo resolve seguir essa regra? Eu até entendo que ela ajudou melhor contendo a enchente, mas pelo menos devia ter explicado direito ao invés de ficar apenas repetindo que aquele não era trabalho dela. 

-5 – porque o Ângelo acabou sendo acuado e forçado a escolher continuar anjo. Era isso ou ver pessoas se ferindo e morrendo. Como falei, não há nenhuma lei ou regra bem definida dizendo que anjo não pode se apaixonar.

-3 – pela falta de coerência. Ângelo mostra vários sentimentos e continua sendo anjo. Por que quando se fala em amar alguém, tem que ser diferente?

4 – gostei dos desenhos das fadinhas.

5 – O Cebola também levou um pouco na cara. Ele quis dar lição de moral na Mônica sobre a picuinha dela com a Irene e acabou mostrando a mesma hostilidade com a Nina sem ela ter feito nada contra ele. 

6 – A Maria Cebolinha mandou bem na entrevista que ela deu ao repórter.

-1 - O Cebola foi meio grosseiro ao pedir a ajuda da Nina, chamando-a de "fada do mato" . Nem precisando de ajuda ele consegue ser mais educado? Depois fica falando mal da Mônica!

- 4 – o final me deixou com mal-estar. Eu leio gibis para me descontrair, não para ficar chateada. Pode parecer meio bobo e imaturo, mas eu gosto de finais felizes. Já tem muita tristeza pelo mundo afora, tragédias, muitos desencontros, decepções e pessoas que nunca alcançam o que querem. Se quisesse ver isso, bastava assistir algum programa sensacionalista que gosta de explorar a tragédia alheia. Ou então teria procurado alguma literatura depressiva cheia de desilusões e finais tristes.Tá cheio disso por aí.

-3 - Não rolou nem uma bitoquinha? Fala sério, quanta amarração!

6 - Ver todos trabalhando juntos, passando mensagens contra o consumismo exagerado e até ajudando animais abandonados.


 
Total: 5. Tirando a mensagem ecológica, essa edição foi, a meu ver, um tremendo desperdício de tempo, papel e tinta. Ainda bem que eu publiquei antes o desenho que tinha feito. Foi como eu previ. Se tivesse esperado para ler primeiro e desenhar depois, não teria feito porcaria nenhuma.

Agora é oficial. Toda vez que fizerem barulho em torno de algum provável romance, toda vez que fizerem capas lindas e românticas, já sei que o final vai ser tosco e que os dois terminarão separados.

E eu fico aqui pensando qual será o próximo casal a ser avacalhado pelos roteiristas da MSP? Minhas apostas vão para Titi e Aninha. Eles reatam o namoro no inicio, mas no final o Titi apronta alguma, leva um tapão na cara e os dois continuam separados do mesmo jeito. Ou talvez eles resolvam fazer novamente com que os fãs criem falsas esperanças de que a Mônica e o Cebola fiquem juntos e no fim nada muda.

Só espero que eles pelo menos não avacalhem o namoro de nenhum outro casal já estável da turma, só faltava mais essa!
Agora vou procurar um bom filme de comédia para assistir e limpar minha aura da impressão ruim que essa história me deixou.

Para quem quiser outra opinião, confira o vídeo do Canal Opinião Turma da Mônica Jovem: