segunda-feira, 30 de junho de 2014

Lição 10

19:17 5 Comentários
Ter que tirar foto com celular está bem ruim porque o desenho fica parecendo mais tosco e mal feito do que já está. Mas está aí o resultado da lição 10, que é para desenhar cilindros.

Só um aviso: nos próximos dias estarei hiper-mega ocupada, a coisa vai ficar bem apertada para mim. Por isso, as atualizações do blog vão ficar mais espaçadas. Só mesmo quando sair a TMJ e CBM desse mês. Mas vou tentar atualizar na medida do possível.



sábado, 28 de junho de 2014

Lição 8

15:33 5 Comentários
Enquanto o Brasil joga, eu prefiro treinar que é melhor. 

A lição de hoje foi para aprender texturas. E desenhar pelos não é nada fácil, viu? Acho que nessa vou ter que treinar mais.

Na segunda folha, eu copiei dois coalas que achei no google imagens. Os desenhos originais estão logo abaixo.





sexta-feira, 27 de junho de 2014

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Lição 6

20:29 4 Comentários
E o nível de dificuldade vai só aumentando! Na lição de hoje, precisei usar duas folhas porque um dos desenhos ficou grande, mas ambos são da mesma lição.



quarta-feira, 25 de junho de 2014

Lição 5

19:00 3 Comentários
Aprendendo a desenhar caixas ocas. Eu tentei extrapolar um pouco e fazer uma cesta de piquenique, mas ficou uma tosqueira que só vendo.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Lição 4

19:00 0 Comentários
Lição quatro: desenhar cubos. Ainda bem, porque já estava meio enjoada das esferas. Só que desenhar cubos não é tão fácil quanto parece, mas são muito úteis e versáteis no desenho. A partir deles, dá para fazer muitas coisas.


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Lição 3

19:00 3 Comentários
Estou postando a terceira lição daquele livro "Você pode desenhar em 30 dias". Era para ter postado ontem, mas só pude fazer hoje. Queria que a foto estivesse melhor, mas tirei com o celular e a resolução não é lá muito boa.

As outras lições que fiz e também a explicação do curso que estou fazendo estão aqui: Você pode desenhar em 30 dias(?)

A primeira lição era desenhar uma simples esfera com luz e sombra.
A segunda era para fazer duas esferas. Agora são várias esferas juntas. Parece bobo, mas é bem desafiador.


sábado, 21 de junho de 2014

Você pode desenhar em 30 dias (?)

17:00 8 Comentários
Será que pode mesmo? Sabe... Eu não desenho tão bem quanto parece e ainda tenho muitas dificuldades em várias coisas, como proporções, sombras, luzes, etc. antes eu nem esquentava com isso porque só desenho por hobby. Mas agora estou pensando cá com os meus botões... será que essa atitude não seria apenas uma desculpa para não estudar mais e melhorar? Não gosto de desculpas e mimimis. Então achei que estava na hora de melhorar um pouco.

Afinal, mesmo sendo um passatempo, acho que terei mais alegria em desenhar se produzir coisas melhores. E os leitores do blog também vão gostar de ver mais qualidade nos trabalhos, né?

O problema é que eu já ando meio sem tempo, então fazer um curso formal está fora de questão. Resolvi apelar para algum bom livro e ir aprendendo sozinha. Foi quando eu tropecei num livro chamado “You can draw in 30 days” (Você pode desenhar em 30 dias) e confesso que fiquei super curiosa e intrigada.

É mesmo possível aprender algo assim em tão pouco tempo? Afinal, sempre dizem que são necessárias trocentas mil horas de pratica antes de ficarmos bons em alguma coisa.

Bom... há um tempo atrás eu li um livro chamado “As primeiras 20 horas: como aprender qualquer coisa”. Nesse livro, o autor afirma que é possível aprender uma nova habilidade razoavelmente bem em apenas 20 horas. Bom demais para ser verdade, né? Sim, porque em muitos lugares, dizem que são necessárias pelo menos 10 mil horas de estudo/prática para aprendermos algo.

Só que tem uma pegadinha aí.

Esse lance das 10 mil horas surgiu após os estudos conduzidos pelo prof. K. Anders Ericsson, da universidade da Flórida. Ele queria saber quanto tempo uma pessoa tinha que praticar para chegar ao TOPO de qualquer atividade. Isso mesmo, pessoal. Chegar ao TOPO. Foram estudados vários profissionais de áreas diferentes: música, esportes, grandes mestres do xadrez, etc. Só pessoas que atingiram a maestria em suas áreas.

Ele descobriu que quanto mais uma pessoa pratica, melhor ela vai ficar em uma atividade. Logo, quem está no topo de qualquer atividade e se tornou o cara que entende dos paranauês precisou praticar em média 10 mil horas ou mais.

Sacaram onde fica a pegadinha? Esse estudo analisou grandes mestres, pessoas que chegaram no topo e tem domínio daquilo que fazem. O problema é que essa regra das 10 mil horas se espalhou e com o tempo a coisa foi meio que se distorcendo até chegar a crença de que são necessárias 10 mil horas para aprender alguma coisa.

Percebem como é diferente? O estudo de Ericssom concluiu que esse tempo é necessário para chegar ao topo, nível asiático, mestre-semi-deus que domina os paranauês. Para isso, são necessários essas dez mil horas ou mais. Claro, né? Quanto mais praticamos, melhores ficamos. Não precisa nenhum estudo para saber disso.

Acontece que as pessoas distorceram um pouco e esse número acabou ficando desanimador. Precisar praticar por tanto tempo para atingir a maestria é uma coisa. Agora praticar a mesma quantidade de tempo só para aprender algo desanima qualquer um.

Então ao ler esse livro eu entendi que se o objetivo é apenas aprender a fazer algo decentemente, sem a pretensão de ser perfeita, nível-asiático superpoderosa, vinte horas são suficientes para começar. Claro que para melhorar, vou precisar de mais tempo e prática. Mas precisar de 10 mil horas só para aprender algo (sem necessariamente dominar) é absurdo, não acham?

Pensando assim, um livro que promete ensinar a desenhar em 30 dias não me pareceu tão fora da realidade. Só estou começando, não é meu objetivo fazer um desenho como esse abaixo em tão pouco tempo.



Esse livro é só para começar, pois já tenho outros para continuar os estudos e ir me aprimorando. É uma forma de ajudar a vencer a dificuldade inicial do aprendizado, vencer essa barreira de quem está começando e tudo parece ficar lento e difícil.

Meu objetivo aqui é ir mostrando aos poucos meus progressos seguindo cada lição, uma por dia. Então não reparem nos desenhos toscos, feios e sem graça. Estou seguindo o que o livro ensina e pretendo melhorar com o tempo. Comecei as lições ontem, então hoje já tenho duas completas.

Primeiro o autor nos manda fazer três desenhos para mostrarmos como estamos agora. Sim, estão bem toscos e quem conhece meus outros desenhos vai estranhar bastante. Não sou boa para desenhar essas coisas, por isso ficou bem feiozinho.


Aqui é a lição n. 1, onde trata as esferas, luz e sombra. É bem pouca coisa como podem ver, mas observando outros sites onde as pessoas seguiram o mesmo livro, notei uma grande melhora a medida que foram progredindo nas lições, por isso tenho esperança de que vai funcionar comigo.


Essa é a lição n. 2, onde tem mais esferas, porém aprendi a desenhar duas ao invés de uma. Depois fui fazendo três ou mais só por experiência. Amanhã, se der, vou postar meu progresso na lição três. Vamos ver no que vai dar!


Para quem se interessar, aqui tem blogs de outras pessoas que testaram o livro. Dá para ver que elas progrediram bem ao longo das lições:

http://brotherswhim.com/you-can-draw-in-30-days-learning-how-to-draw

quarta-feira, 18 de junho de 2014

TMJ#71: Garoto solteiro procura - palpites

19:10 24 Comentários


Se eu for esperar ficar empolgada para escrever esse palpite, ele só vai sair depois que a ed. 71 chegar às bancas, então vou escrever de uma vez.

Não estou lá muito empolgada por duas razões: primeiro porque é uma história centrada no Cebola e vocês sabem que não consigo gostar dele. Toda vez que começo a simpatizar, a MSP faz algo para que toda minha antipatia volte novamente. E segundo porque já estou meio enjoada do drama desses dois.

Até quando eles vão continuar insistindo nesse maldito mimimi de Mônica com Cebola? Quantas edições ainda serão desperdiçadas com o drama desses dois?

Tá, tá... vamos a história. Meu palpite é que vai acontecer o seguinte:

1 – Cebola remói a dor de corno por ter perdido a Mônica. Como é pouco provável que ele vá admitir que errou e pisou na bola, é quase certo que ele se fará de pobre vítima injustiçada. E mesmo que admita alguma coisa, não fará nada nem ao menos para desfazer o clima ruim entre ele e a Mônica.

2 – Depois de tanto remoer a dor de corno, ele vai procurar outra garota. Só resta saber se ele tomará essa iniciativa sozinho ou se alguém irá aconselhá-lo. Se for seguindo conselho de alguém, é mais provável que seja o Titi. Isso é bem a cara dele.

De qualquer forma, ele vai aceitar procurar outra talvez até como uma forma de se vingar da Mônica, imaginando como iria ficar a cara dela ao vê-lo feliz com outra.

3 – Então ele começará a procurar por outra garota para por no lugar da Mônica. Pelo perfil do personagem, que gosta de tecnologia e internet, meu palpite é que ele irá recorrer a um site de encontros e namoro.

4 – Ele vai conhecer diversos tipos de garotas diferentes, sair com elas, conversar, etc. Claro que ele vai se deixar levar primeiramente pela aparência da garota e até ficará empolgado por se ver livre para paquerar quem quiser. Afinal, se a Mônica pode, ele também pode, né?

5 – Com o tempo, ele verá que elas não têm nada a ver com ele. É capaz até de ele ficar colocando defeitos em todas. Mas é capaz também de ele ficar comparando a Mônica com todas elas, sempre citando as qualidades das garotas e os quasilhões de defeitos da Mônica (porque afinal, ele é totalmente perfeito, né?)

6 – O final da história pode seguir dois caminhos diferentes:

6.1 – Ele não ficar com ninguém porque chegou a conclusão de que ama a Mônica e quer lutar por ela. É um final previsível, talvez meio clichê típico de comédia romântica mas irá agradar bastante aos fãs mais sonhadores que ainda querem ver os dois juntos.

6.2 – Mas pode acontecer também de ele terminar a história com alguém, seja namoro ou uma paquera que irá evoluir futuramente para namoro.

Só que isso pode ser meio complicado. Aí vem a questão: será uma personagem nova, criada especialmente para namorá-lo ou alguém conhecido? Se for uma personagem nova, eles terão que encaixá-la nas histórias futuras enquanto o namoro durar. Depois, quando terminarem, irão sumir com ela porque eles não parecem gostar muito de adicionar novos personagens.

E cá entre nós, é meio chato criar um personagem só para namorar algum já existente. No caso da Mônica, o DC já é um personagem da turma desde os gibis e existe independente dela. Quando o namoro terminar, ele continuará sendo um personagem e participando das histórias. Já um personagem novo teria que ser muito bem trabalhado para que possa continuar existindo após o fim do namoro. Ou pelo menos que não fique muito na cara ter sido criado apenas para ser o par romântico de alguém.

Só que namorar uma personagem já existente também pode ser meio complicado. Quais as opções de garotas solteiras na turma? Temos Carmem, Denise, Maria Melo, Keika, Dorinha e Aninha.

Carmem é pouco provável porque já seria muito absurdo colocá-la novamente no meio da briga de casais. Denise parece preferir o Titi e nunca demonstrou sentir atração pelo Cebola. Aninha é ex namorada do Titi, não rola. Sobram Maria Melo, Keika e Dorinha. Duvido que, em apenas uma edição, eles consigam fazer com que role um interesse entre Cebola e uma delas sem parecer uma coisa forçada e artificial. Além do mais, elas são amigas da Mônica e isso pode criar uma situação desagradável.

Quem sobra? Ou eles fazem ressurgir alguma personagem dos gibis, talvez uma antiga paquera de infância, ou então sobra a Irene. Trazer uma paquera antiga seria uma solução bem elegante. Isso faria com que o interesse entre ambos surgisse de forma mais natural e relembrar os velhos tempos poderia aproximá-los bastante sem forçar a barra. Depois, quando o namoro terminar, ela pode apenas sumir ou ficar como personagem definitiva, de acordo com a escolha da direção.

Claro, também tem a Irene. Muitos até já fizeram fanfics onde os dois ficam juntos. Eu mesma os coloquei para namorar em “La Revenge”, ainda que por um tempo. É uma opção que não deixa de ser lógica, já que eles são amigos e bem próximos. O Cebola pode achar que a Irene é uma garota meiga, delicada, gentil, etc. (muito melhor que a Mônica, na cabeça dele) e assim decidir dar uma chance a ela.

Bom, em uma história o Cebola falou que a Irene é meio carente e ele já mostrou não gostar de gente assim. Se bem que muita coisa mudou nesse personagem e é bem provável que ele resolva procurar alguém que seja o oposto da Mônica. E a Irene se encaixa bem nesse perfil apesar de no fim ele acabar enjoando por achá-la muito tediosa em comparação com a Mônica.

Apesar de ser uma boa opção, tem um pequeno inconveniente: namorar com a Irene só dará a Mônica e as outras garotas razão para dizer que as desconfianças dela eram verdadeiras. Se a socialização dela com a turma já era difícil, com esse namoro pode ficar mais complicado ainda. A não ser que a Mônica amadureça e decida aceitá-la.

De qualquer forma, confesso que estou com pena da garota que namorar o Cebola. Não é implicância não, gente. É pura e simples lógica: se ele maltratou a Mônica, alguém com quem ele tem longa história e passou por tanta coisa junto, imaginem o que faria com outra garota? Não quero nem pensar! Mesmo que no início ele se mostre um bom namorado (todos os trastes são príncipes no início), aos poucos ele irá mostrando quem é de verdade, porque não adianta nada mudar de garota e manter os mesmos defeitos. 

E namorar com outra garota também tem outro inconveniente: vai afetar edições futuras. E como seria o reencontro deles, com cada um tendo um par diferente? Quem vai terminar primeiro e ficar chupando o dedo enquanto o outro namora?

Caso a Mônica termine primeiro, o que ele vai fazer com sua namorada? Continuar com ela ou terminar para correr atrás do prejuízo? Será que ele vai ficar jogando na cara da Mônica o quanto sua namorada é melhor que ela? E como a Mônica iria reagir caso ele namorasse outra garota?

Com certeza ia ficar com ciúme e um pouco ferida. Sim, porque para namorar com ela, ele enrolou uma eternidade por causa de uma neura idiota. Com ela, ele pisou na bola, aprontou, xavecou outras garotas sem se importar com os sentimentos dela e não fez praticamente nada no sentido de reatar o namoro. Aí ele vem e namora facilmente outra garota com a qual não tem história nenhuma? Realmente, vai doer até o fundo da alma dela.
 
Lógico que tudo o que falei acima são apenas hipóteses no caso de ele terminar com outra garota, porque, como falei antes, pode acontecer de ele ficar sozinho. É meu primeiro palpite, mas como a TMJ tem surpreendido em algumas coisas, então não duvido que a segunda opção vença.  

Vocês já devem estar se perguntando: o que eu acho do Cebola ficar com outra garota? Simples: não acho nada. Esse relacionamento dos dois já foi estragado por causa de tanto drama e enrolação que já virou palhaçada para mim. O que a MSP decidir para eles, para mim está bom.

Claro que não posso deixar de achar assim meio frustrante o fato de ele ter desistido da Mônica tão fácil. Afinal, o que ele fez para ficar com ela, de verdade? Ele nunca lutou realmente, nunca se esforçou. Tá, tá. Ele andou fazendo algumas coisinhas legais, mas estou falando de fazer algo para reatar o namoro de fato. O que ele fez? Alguma vez ele tentou vencer esse complexo de inferioridade? Já fez algum esforço real e significativo para ficar a altura dela?

Uma pequena nota: muitos tentam argumentar a favor do Cebola falando que na Ed. 66 ele usou o desejo para trazê-la de volta. A meu ver, isso não foi mais do que uma questão de decência por parte dele. Para quem não se lembra, ela salvou a vida dele e da Xábéu se colocando na frente deles para bloquear o raio lançado pela nave da Cabeleira Negra. Isso depois de ter se magoado muito ao vê-lo se derretendo todo diante de outra, inclusive prometendo estar para sempre ao lado dela.

Se a Mônica não tivesse feito nada, ele teria morrido junto com a Xabéu e fim. Então, usar seu desejo para trazê-la de volta foi apenas retribuir o que ela tinha feito. Sem falar que ele só ganhou aquele desejo por causa dela.

E quem garante que se ele tivesse desejado conquistar o mundo, esse desejo teria sido concedido? Afinal, a entidade não era fada madrinha ou gênio da lâmpada e certamente não teria concedido um desejo tão egoísta.

Voltando ao assunto, muitos podem achar que é o melhor porque ela já está feliz com outro e não seria certo ele tentar interferir no namoro dela. Sendo assim, não haveria nada que ele pudesse fazer. Mas pelo menos poderia ter tentado conversar com ela ao menos para que não fique um clima ruim entre os dois.

Afinal, antes de serem namorados, eles são amigos de infância e passaram por muitas coisas juntos. Então um pouco de consideração deveria ter. Deveria, mas não tem. Caso contrário, ela não teria dado um chute na bunda dele para ficar com o DC.

Claro que ele tem o direito de tocar sua vida e seguir em frente. Não falei em momento algum que ele deve ficar preso a Mônica pelo resto da eternidade. Mas a verdade nua e crua é essa: depois da Ed. 34, ele nunca lutou pela Mônica de verdade, a sério mesmo.

Bem... esses são meus palpites. Agora só resta esperar para ver o que vai acontecer na história. Pode ter muitas surpresas e eu espero que tenha. Como vocês sabem, eu prefiro errar todos os meus palpites e me surpreender com uma boa história do que acertar tudo e terminar a leitura com aquele gosto ruim na boca por ter perdido o tempo com uma historinha mixuruca.

E para terminar, fiz uma imagem do Cebola com a Irene. Pode ser que nunca aconteça nada entre eles, mas pode ser também que surja um clima, tipo a Magali e o Cascão, mas no fim eles cheguem à conclusão de que são só amigos. Vamos ver o que o Maurício reserva para nós.


segunda-feira, 16 de junho de 2014

CBM#10 - Perdidos no Pantanal, parte 2: críticas

20:10 6 Comentários


Finalmente o fim tão esperado da primeira saga do Chico Moço. Uma boa saga na minha opinião, tomara que façam outras como essa. Aventura, um grupo perdido no meio do nada, monstros enfeitiçados comandados por uma criatura folclórica... bem a cara do Chico Bento.
Pouco a pouco, a trama foi se desenrolando e o mistério sendo resolvido. Se bem que muita gente já suspeitava de que ela poderia ser a Iara, especialmente por causa do nome. Só que eu não entendi uma coisa: se ela estava sem memória, de onde teria tirado esse nome? Só se o Caipora a chamou assim. Mas enfim...

Quando o grupo se reuniu novamente, graças ao gritinho do Vespa, logo surgiu o ciúme da Fran pela bela moça ao ver que o Chico parecia bem próximo dela. Não foi algo hostil e ostensivo, mas funcionou bem assim como a fascinação do Zé e do Bombeta por ela, a ponto de o Bombeta dar a própria comida para ela. E até rolou um pouco de inveja por parte dos dois ao ver que Mariara parecia mais próxima ao Chico.

No início, ela estava totalmente sem memória, mas foi dando pistas de quem era ao afastar as feras do Caipora, descobrir onde ficava o rio e pegar um peixe com as mãos.

Sabe... eu já morei no interior e também tentei pescar. Se não me falha a memória, só consegui pegar dois ou três peixinhos mixurucas usando uma vara de bambu e minhoca como isca. Então a Iara vem e pega um peixão daquele tamanho sem nada e bateu uma invejinha... e água na boca também ao imaginar postas daquele peixe na brasa com um pouco de sal e limão (mode Magali ON).

Outra tirada engraçada foi quando o Zé confundiu o nome caipora com caipira e quase desceu o sarrafo no pobre do Chico.

Ao longo da história a gente percebe cada vez mais o quanto Vespa gosta da Fran, a ponto de ficar mais corajoso e menos chato do que de costume. Só não gosto muito desse lance de colocar um “bzz” em quase todas as falas dele. Sei lá, fica meio estranho. Quer dizer, imaginem a si mesmos fazendo esse som antes de falar e digam se fica ou não esquisito.

Só uma pequena correção: aquele bichão de trocentos metros que eu pensei ser uma sanguessuga era na verdade um minhocuçu (ou minhocoçu). Existe mesmo no Pantanal a lenda de um minhocão ou minhocuçu enorme que nada pelos rios virando as canoas, levantando grandes ondas, destruindo barracos na beira do rio e devorando pescadores. É chamado de minhocão do Pari.

Essa parte ficou bem emocionante, especialmente quando todo mundo tentou se juntar para pegar o bichão. Até o Vespa, quem diria?

E finalmente todo o mistério se resolve quando o Caipora resolve dar as caras e explicar por que estava perseguindo a Mariara: porque ele a amava, ou pelo menos pensava amar já que a princípio, ele só ficou atraído por ela devido a sua beleza física.

Também o Chico a faz se lembrar de quem é de verdade, para desespero do Caipora que só tinha algum poder sobre ela quando estava desmemoriada.

Então ele explica que para ter alguma chance, a enfeitiçou para que perdesse a cauda e a memória para que os dois ficassem juntos. Na cabeça dele, tudo foi feito por amor. Mas a meu ver, o cara era psicótico mesmo, bem a cara desses homens que perseguem as mulheres, invadem o espaço delas, muitas vezes agridem e aterrorizam falando que tudo é por amor. Meninas, muito cuidado com tipos assim!

O que me agradou bastante foi a Iara não ter ficado com ele, como eu esperei que fosse acontecer no início. É tipo: ela descobre que ele fez tudo por amor, fica toda derretida, “ownnn que fofo, ele tá apaixonado por mim”, depois fica com ele e os dois saem felizes e saltitantes. Seria o fim da picada ela ter ficado com ele depois de ser tirada do seu verdadeiro lar, ter seu corpo modificado contra sua vontade, perdido sua memória, perseguida por monstros bizarros e ver seus amigos sendo ameaçados. Para mim, isso não é amor nem aqui, nem na China.

Muitos devem ter ficado com peninha dele no fim e confesso que eu até fiquei um pouquinho, mas depois recuperei minha sanidade e vi que ele não merecia pena nenhuma. Sim, pode parecer crueldade da minha parte, mas na vida real, casos assim costumam terminar em tragédia para a mulher. Pelo menos na história ele se preocupava em não feri-la, mas isso podia mudar caso percebesse que ela não ia correspondê-lo de jeito nenhum.

Outra coisa boa é que finalmente a Fran descobre que o Chico tem uma namorada. Estava demorando, viu? Só falta saber se ela vai desencanar dele ou tentar conquistá-lo. E ainda tem o Vespa que está visivelmente interessado nela. E deve ser algo bem forte a ponto de protegê-lo do encanto da Iara que nem aconteceu com o Chico.

Talvez a hostilidade dele até diminua um pouco ao ver que ele não está interessado na Fran, o que de certa forma seria uma pena porque a rivalidade dos dois é bem engraçada. Mas pode ser que se transforme numa “rivalidade amigável”. Tipo, não são inimigos mortais, mas também não são amigos.

Agora, se não me engano, o Zé Lelé também gostou dela. Será que vai rolar alguma disputa no futuro? Quem ela vai escolher? O rapaz ingênuo e abobalhado do interior de bom coração ou o filho rico de fazendeiro que é meio Zé Ruela e sem noção?

E é o fim da história. Uma boa história. Bem que o Maurício devia fazer o mesmo com a TMJ, né? Ah, que saudade das sagas!

A única restrição foi terem colocado uma Iara branquinha sendo que na lenda, ela tem a pele morena. Aliás, uma lenda sobre a origem dela diz que ela era uma índia guerreira, a melhor da tribo. Seus irmãos tinham muita inveja e resolveram matá-la à noite, enquanto dormia (misoginia pura). Iara, que possuía um ouvido bastante aguçado, os escutou e os matou.
Com medo da reação de seu pai, ela fugiu mas acabou sendo pega e jogada no encontro dos Rios Negro e Solimões. Aí alguns peixes levaram a moça até a superfície e a transformaram em uma linda sereia.

Por isso estranhei um pouco ela aparecer no Pantanal sendo que ela é um folclore da Amazônia. Mas tudo bem, para a história isso valeu.

E vocês já viram a sinopse da próxima edição? Quando vi, fiquei tipo:



Pois é. Uma mulher estrangeira vai aparecer falando que está grávida do Chico. Imaginem o rebuliço que isso vai causar na vida dele e dos amigos! Sim, porque qualquer homem deve ficar apavorado numa situação dessas, ainda mais ele!

Uns vão acreditar e chamá-lo de safado, outros vão ficar do lado dele e vai ser aquela confusão.

De onde será essa mulher? De qual país? Por que ela está fazendo isso?

Resposta n. 1 – Talvez seja um engano por parte dela ou uma confusão, mal entendido, sei lá.
Resposta n. 2 – Armação da própria mulher ou de alguém. Se vocês estão lembrados, o Genesinho foi estudar no exterior. Vai ver ele resolveu trollar o Chico mandando essa mulher fingir que está esperando um filho dele.

Pode ser que ela esteja precisando muito de dinheiro, tipo desesperada e acabou aceitando. Afinal, o pior que poderia acontecer com o Chico seria ele passar um susto daqueles e nada mais.

Não há lei nenhuma que o obrigue a se casar com ela e ele só teria que assumir a criança após um exame de DNA confirmar a paternidade. Então não há possibilidade de ele assumir um filho que não é dele.

E pode até acontecer de essa mulher nem estar grávida de verdade, a não ser que ela apareça com um barrigão (não postiço).

Essa parece que vai ser bem engraçada, mas me preocupa um pouco o seguinte: muitos homens vivem com a eterna neura de que todas as mulheres que engravidam fazem de propósito para prendê-los ou dar o golpe da barriga, pois não passa pela cabecinha de alfinete deles que anticoncepcionais podem falhar e muitas vezes eles nem fazem sua parte na hora de prevenir. Deixam tudo nas costas da mulher e depois não entendem quando algo dá errado.

Não estou dizendo que golpe da barriga não existe. Infelizmente existe sim, embora a explicação seja meio complexa e não caiba aqui. Mas o problema é que as pessoas generalizam achando que toda e qualquer gravidez indesejada é golpe da barriga, mesmo o cara não tendo nem onde cair morto.

Espero que ao abordar esse assunto, eles não caiam no velho machismo rançoso. Vamos ver como será a história. 

terça-feira, 10 de junho de 2014

TMJ#70: Nosso Filhote - Críticas

18:32 31 Comentários
Oi, gente! É dia da crítica da Ed. 70!

Para começar, eu ainda não sei qual é a intenção da MSP com essa série de histórias sobre o drama da Mônica com o Cebola. Pode ser que tenham resolvido apimentar as coisas para tudo voltar ao normal depois ou então eles decidiram dar um ponto final nesse assunto fazendo com que eles reconciliem de vez e por isso estão dando tantas edições para esses dois. Ainda não há como saber, embora esteja enjoando um pouco.

Mas enfim... sabem de uma coisa engraçada? Antes, os fãs liam as revistas esperando para saber quando os dois iam ficar juntos de vez. Agora parece que estamos em contagem regressivas: a cada nova edição, vamos todos esperar que a Mônica e o DC separem. Sim, porque todos nós já sabemos que o lance dos dois tem data de validade, embora ainda não saibamos qual. Pode acontecer em qualquer edição.

Vamos a história. Se a intenção era mostrar um pouco de como as coisas entre a Mônica e o DC estão desenvolvendo, então acho que conseguiram o que queriam. Ao longo da história, vemos os dois tentando se ajustar um ao outro, já que é algo totalmente novo para eles. DC nunca namorou e Mônica nunca ficou com ninguém além do Cebola.

Logo no início vemos uma espécie de “choque cultural” entre eles, já que os dois não curtem as mesmas coisas. Só que DC ainda não se deu conta disso ao tentar fazer a Mônica gostar de um filme chato “ucranoviano” (juro que no início, li ucraniano). Se bem que não há como gostar de um filme com mais de seis horas de duração, dá? Só ele mesmo! Se bem que alguns filmes europeus são legais e não tem essa chatice toda. São apenas diferentes dos americanos.

Dá para ver que eles ainda estão se conhecendo, porque tem coisas que a gente só percebe quando convive com a pessoa por mais tempo.

E para ajudar a testar um pouco a nova relação deles, aparece um bichinho estranho na porta que, segundo a Magali, é pura fofura concentrada. Claro que a Mônica curtiu um monte, mas o DC prefere coisas pouco convencionais. Nesse início, eu achei que ele foi meio pentelho com essa mania de querer tudo diferente e fora do normal. Haja paciência, não é? Isso pode ser um problema no futuro.

Durante boa parte da história (grande parte, eu acho), os dois passaram por dificuldades para cuidar do bichinho, a começar pela escolha do nome. DC queria coisas bizarras, Mônica escolheu algo mais simples: Fofenho. Confesso que até gostei.

Agora, hilário mesmo é quando eles discutem a respeito do nome até chegar ao ponto em que ele fica sem saber o que falar diante da braveza dela e acaba concordando que Fofenho é um nome lindo e depois percebe que ficar com a Mônica não é nada fácil. Hahaha, ele não vive enchendo a boca para falar que não gosta de nada fácil? Vamos ver se ele vai gostar da dificuldade agora!

Não que eu esteja torcendo contra eles, nada disso. Só achei a cena hilária, especialmente a última parte em que só aparece rabiscos no balão porque ele já não tinha mais argumentos.

E uma coisa que me surpreendeu foi ver cenas de beijo entre eles na história, coisa que eu nem esperava porque achava que eles só estavam tipo se conhecendo e tal. Parece que a coisa está mais séria do que pensamos, porque deram a entender que eles já estão namorando mesmo.

Apesar dos erros e tropeços, eles até que se saem bem cuidando juntos do Fofenho. Foi tipo cuidar de um filho, sendo que os pais têm cabeças diferentes e cada um quer educar de um jeito. Quando o Fofenho agarrou o nariz do DC também foi muito engraçado. Ainda bem que ele é paciente e sabe levar essas esquisitices numa boa.

Aliás, no início ele nem ficou muito empolgado com o bichinho porque parecia normal demais. Depois acabou se afeiçoando por causa das suas peculiaridades. É... ele tem a cabeça virada mesmo. Acho que o Cebola não teria tido essa mesma paciência.

Uma cena que me confundiu um pouco no início foi quando o Monicão tentou atacar o Fofenho e acabou parando em cima do lustre. Na hora eu achei que ele tinha sido arremessado ali por uma explosão e até fiquei com pena do coitado. Ainda bem que não foi nada disso.

O mistério começa a aumentar um pouco quando o estranho agente aparece procurando pelo Fofenho e cheguei a pensar que fosse algum vilão ou alguém que queria capturá-lo para fazer experiências, coisas do gênero.

Depois, mais e mais páginas com os dois cuidando do Fofenho, mas foi legal quando eles resolveram contar para Luisa que tinham um filhote e ela desmaiou porque entendeu errado. Boa sacada essa!

E finalmente eles saíram de casa, porque já estava ficando chato os dois brincando de casinha com o bichinho. Só que ao invés de coleira, o DC resolveu inovar usando um carrinho de bebê. Ele é mesmo diferente dos outros, porque nenhum rapaz em sã consciência faria algo assim porque costuma ser muito queima-filme. Pelo menos vemos aparecer outros personagens como o Cascão zoando do DC, Denise tirando fotos e Magali achando que eles estavam fazendo planos cedo demais.

Mas quando descobrem que tem alguém procurando pelo Fofenho, DC se mostra totalmente contra (novidade) em entregá-lo, porque tinha se apegado muito e também porque não achava que a pessoa não gostasse do Fofenho tanto quanto eles. Pois é. Deixar ir quem amamos não é nada fácil. Muitas vezes o apego nos torna meio egoístas e queremos ficar com o ser amado a qualquer custo.

Até aqui a história foi legalzinha, mas tediosa. Pelo menos eles quebraram um pouco o tédio mostrando mais movimento e ação na parte final com o bicho enorme atacando o parque. Aí descobrimos quem é o tal agente secreto e por que estava procurando o Fofenho: para dar de lanchinho ao bicho enorme. Nada fofinho, se querem saber.

Depois de algumas cenas com a Mônica sendo atingida por raios tentando proteger o Fofenho e o DC brigando com o agente para que ele não fosse entregue ao “predador”, finalmente ela percebe que não era nada disso o que estavam pensando. O bichão era a mãe do Fofenho procurando pelo filhote e por isso não representava ameaça a ele.

Quando tem seu filhotinho de volta, ela se acalma e resolve ir embora. o agente fica admirado ao ver que os dois jovens tinham trabalhado melhor do que ele e até ficou a promessa da tal D.I.N.A.M.I.C.A. aparecer no futuro. Quem sabe? Até que seria legal os dois como agentes secretos.

O que eu achei fofo nisso tudo foi o DC ter dito que amava a Mônica por ela ser tão diferente e fora do comum. Diferente do Cebola, que só olha os defeitos dela, o DC percebe melhor suas qualidades.

O fim da história foi legal, deixando uma mensagem interessante: “isso é o melhor que podemos fazer por quem amamos: ajudar a serem felizes”. Parece não ter nada a ver, mas de repente é isso que o DC pode acabar fazendo no futuro caso ache que o melhor para a Mônica seja ficar com o Cebola. De repente, ele mesmo pode acabar ajudando na reconciliação dos dois. É só um palpite, né? Ainda é muito cedo para dizer já que no final a próprio Mônica perguntou se a experiência deles de cuidar do Fofenho não seria um ensaio para o futuro.

Claro, a MSP está tentando nos confundir um pouco, dar tipo uma incerteza mas para mim não está dando certo. Todos sabem que no fim a Mônica vai é ficar com o Cebola mesmo porque eles não vão ter coragem de ir contra a grande maioria dos fãs que querem ver os dois juntos.

Bom... eu diria que a história foi assim meio fraquinha. O Mauricio, ou quem determina o tema dos roteiros, deveria ter dado um tema melhor melhor. De que adianta os roteiristas terem talento se não podem trabalhar livremente para criar histórias legais?

Tá, eu entendo que o objetivo maior foi mostrar como anda o relacionamento dos dois, alguns testes, dificuldades de adaptação, etc. só acho que teria sido melhor se tivessem feito isso de forma mais... emocionante. Talvez eu seja muito reclamona. Ou talvez só esteja meio enjoada de estarem focando demais nesse assunto e esquecendo outros temas e personagens. Mas parece que querem resolver tudo de uma vez e acabar com isso, sei lá.

Ah, claro, muita gente deve ter dado falta do Cebola. Acho que por enquanto foi melhor assim, porque o foco era apenas nos dois e adicionar o Cebola ia complicar mais ainda. Ou pelo menos dar um pouquinho mais de emoção.

Ai, ai... não sei se a crítica ficou boa porque a história não me inspirou muito. Bem, pelo menos cumpriu seu objetivo e vamos ver como as coisas ficarão entre a Mônica e o DC no futuro. É claro que aos poucos o relacionamento deles vai azedar por causa das dificuldades. Ao que parece, o DC não sabe ser muito flexível e tem a tendência de impor seu jeito de pensar e querer as coisas do seu jeito. A Mônica também é assim, mas também sabe ceder.

Com o tempo ele vai perceber que apesar de ser uma garota diferente em muitos aspectos, ela é basicamente como as outras e gosta mais das coisas convencionais. Nem sempre ela vai querer ver filmes europeus de seis horas de duração ou terá paciência com suas pentelhices de sempre querer tudo diferente e ao contrário.

E ela vai perceber que não curte as mesmas coisas que ele. Diferenças podem ser bem conciliadas se o casal entrar num acordo, mas é preciso que o casal também tenha coisas em comum para curtirem juntos sem problemas. Senão a vida fica difícil porque para agradar a um, terá que desagradar ao outro e não dá para viver assim por muito tempo.

O futuro dos dois vai depender do que os fãs querem. Se uma quantidade muito grande e significativa quiser que fiquem juntos, então essas diferenças serão ajustadas e tudo vai ficar bem. Mas se ainda quiserem que ela fique com o Cebola, então não tem jeito. eles vão terminar e tudo irá voltar ao status quo.

Para terminar, eu fiz algumas coisinhas para vocês. Além da imagem, quebra-cabeça e png, também fiz mais três jogos diferentes. Um é um caça-palavras com três níveis de dificuldade usando palavras-chave que fui tirando da história. Algumas palavras estão na diagonal e de trás para frente, então vai ser preciso procurar muito bem. Nesse jogo, posicionem o mouse no início da palavra, cliquem com o botão direito e vão arrastando até o fim da palavra. Quando a palavra for marcada com verde, ela será riscada da lista.

Outro é um palavras-cruzadas para ver se vocês prestaram bem atenção na história. Será que conseguem resolvê-lo sem colar da revista?

O terceiro é um jogo de sete erros. Está na fase beta e ainda pode ter alguns erros, então se algo der errado, não deixem de me avisar!



E quem quiser ver outra opinião sobre a história, tem também um vídeo no Youtube com a crítica da ed. 70: