segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Estou fazendo as imagens da Magali, Marina e Mônica vestidas
de garçonete. Resolvi ir fazendo e publicando porque se fosse esperar terminar
todas, ia demorar muito. Daqui a uns dias eu publico a da Mônica.
A imagem transparente está na página de png’s e também já tem
um quebra-cabeça com essa imagem. Divirtam-se!
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Antes de postar a crítica, vou logo avisando que tem
spoiler. Quem ainda não leu, melhor parar por aqui, ler a revista e só depois
voltar para o blog.
Inicialmente, o que eu posso dizer é que gostei da história.
Nem estava esperando assim grande coisa, pensei que ia ser só uma historinha
pão com ovo e não foi. Claro que também não foi assim algo extraordinário, mas
acho que a história merece... Tipo assim... Um 7.
Essa foi uma história para quem gosta de gatos. E eu gosto,
apesar de não poder ter em
casa. Mas parece que no caso da Magali, a quantidade de gatos
era demais e é aí que começa a história, com o Carlito reclamando da quantidade
de gatos e da bagunça e despesas que eles traziam.
Confesso que mesmo dando razão ao pai dela, eu fiquei com
pena da Magali, coitada. Para uma pessoa tão apegada aos seus bichinhos, deve
ser muito difícil abrir mão deles. Mas eu não tiro a razão dele. Os gatos
realmente faziam muita bagunça. Quando a pessoa é dona da casa e mora sozinha
ou com outra que também gosta de gatos, a bagunça e as despesas são aceitáveis
porque a pessoa acha que vale a pena. Agora, quando vivemos com outra pessoa
que não curte muito ter tantos bichos e ainda tem que pagar por eles, aí a
coisa muda de figura.
É muito difícil para alguém que mora e depende dos pais ter
um bichinho que eles não curtem por causa disso.
Só uma curiosidade: a Magali conta um caso de quando eles se
mudaram e ela levou o Mingau de contrabando numa mala. Essa história pode ser
lida aqui: http://www.monica.com.br/comics/regras/pag1.htm
Dá para ver que o Carlito nunca aceitou gatos mas relevava
porque era um só. Aí um gato virou dois, que procriaram e viraram dez. Está aí
uma coisa que eu não entendi. Quando eu li a Ed. a cores da Magali, vi que eram
dois ou tres filhotes. Como foi que viraram sete? E a Aveia não era tigrada.
Aqui tem uma imagem onde aparece a Aveia com dois dos seus filhotes. Dá para
ver que a gata é grande para ser um filhote, então só pode ser a aveia. E a
aparência dela está bem diferente.
Acho que fizeram assim para dar mais ênfase ao trabalho que
os gatos estavam dando dentro de casa, sei lá.
Sabe... eu não sei se era a intenção deles, mas confesso que
de certa forma essa edição foi uma pequena aula de empreendedorismo. Claro que
não falou tudo o que precisava, mas acho que falou parte do essencial. Há
jovens empreendedores mesmo e alguns até conseguem fazer o negócio deslanchar.
Tem até crianças com um negócio próprio.
Só que por serem jovens podem cometer alguns erros. Quando
vamos abrir um novo negócio, a primeira coisa que precisamos perguntar é:
alguém vai se interessar por esse produto/serviço? Existe mercado? A demanda
vai ser suficiente para manter o negócio e dar bom retorno?
A Magali teve boa visão ao tentar abrir aqui no Brasil algo
novo e inédito, mas antes deveria ter feito essa pequena pesquisa.
Caso haja mesmo um mercado, a segunda coisa é pesquisar
bastante sobre o negócio que queremos abrir, coisa que a Magali não fez. Antes
de qualquer coisa, ela deveria ter pesquisado sobre os neko cafés para saber
como funcionam e como são organizados. Podia pelo menos ter perguntado a Keika.
E deu para ver que a Magali não está acostumada a lidar com
o público, apesar de ser meiga e adorável. Ela nem conseguia lidar com as
amigas que estavam ajudando no ramo. Funcionários têm que ser bem treinados
para fazerem o serviço e lidar com os clientes, coisa que ela também não soube
fazer.
Quem lida com o público tem que agüentar gente chata e sem
noção mesmo, como o DC e a Carmen. O DC até que foi tranqüilo apesar das suas
maluquices e de querer um refri de jabuticaba e bichos exóticos no cardápio,
mas ela devia ter tido um pouco mais de jogo de cintura com a Carmen. Não pela patricinha
em si (que merecia ser expulsa a ponta pés) mas pelo marketing negativo que ela
poderia fazer sobre o lugar por ter sido expulsa dali. E a forma mais eficiente
de propaganda que existe é o boca a boca.
Sem falar da forma como ela tratou o Xaveco. O cara estava
pagando e ainda teve que ouvir gritos e grosseria? Não é assim que se atrai
clientes.
Outra falha foi que ao distribuir panfletos, ela deveria ter
explicado que era somente um café para gatos e não um lugar aberto a todos os
animais. Isso teria evitado toda aquela bagunça. Se bem que teria tirado
bastante a graça da história.
Eu não sei dizer se o negocio teria dado certo. Por um
tempo, as coisas pareciam caminhar bem e até agradou ao público. Dependendo da
cidade, talvez um neko café consiga fazer sucesso porque aqui no Brasil as
pessoas podem até poder ter bichos de estimação, mas nem todo mundo quer porque
dá trabalho, é responsabilidade, precisa gastar com alimentação, veterinário,
etc. Para essas pessoas talvez valha a pena pagar de vez em quando para brincar
com alguns gatos e depois ir para casa numa boa, livre das responsabilidades
que um gato traz.
Como falei antes, se ela tivesse pesquisado bem, teria
evitado muitos erros. Que sirva de exemplo para quem quiser abrir algum negócio
no futuro.
Uma coisa interessante que eles abordaram é o preconceito
que os gatos SRD (sem raça definida) sofrem por parte de algumas pessoas que só
querem os de raça pura. A Carmen mostrou muito bem isso ao desdenhar os gatos
da Magali porque não eram perfeitos o bastante para ela. E, claro, ela é uma
das pessoas que mesmo gostando de gatos, não arruma porque dão trabalho e
soltam pelos. Às vezes acontece de alguém assim adotar um gato e tempos depois
o pobrezinho aparece abandonado em alguma esquina porque a pessoa não quis
continuar tendo trabalho com ele.
Aliás, vocês sabiam que existe mesmo uma ONG chamada “Adote
um Gatinho”? (http://adoteumgatinho.uol.com.br/) Elas fazem um excelente trabalho tirando gatos da rua, cuidando
deles e entregando para adoção. E o pessoal lá é mesmo muito cuidadoso com as
adoções, só doando para quem mora em apartamento telado e com isso não deixa o
gato ir para rua.
As pessoas acham que o gato tem que ficar livre e solto, mas
isso é um erro. Na rua tem carro, cães bravos e principalmente pessoas que judiam
dos gatos sem a menor piedade.
Outro assunto que foi bom eles terem abordado é o da
castração. Mas aí eu faço uma pequena ressalva na parte em que o Mingau aparece
reclamando. Olha, as pessoas já tem certo tabu com a castração de animais.
Acham que é cruel, traz sofrimento aos bichinhos, eles não querem, etc. Então
essa parte do Mingau reclamando pode acabar reforçando esse preconceito,
fazendo com que as pessoas achem que os animais não querem ser castrados e que
isso é ruim para eles, o que não é verdade.
Animais acasalam só para procriação, nada mais. Se forem
castrados, eles nem sentirão falta de nada. Castrar um cão ou gato é o melhor
que podemos fazer por eles porque evita ninhadas indesejadas. Até há ONGs que
fazem castração de gatos de rua exatamente para evitar que procriem de forma
descontrolada. Há muitos animais abandonados por aí, animais que sofrem, são
maltratados, ficam doentes, passam fome, frio, etc. A castração desses animais
evitam esse tipo de coisa porque as instituições que os acolhem já estão
sobrecarregadas e é muito difícil arrumar um novo lar para eles. Especialmente
para os que não são novinhos, fofos, bonitinhos ou que tenham algum defeito.
Voltando mais uma vez a história, parece que o seu Quinzão
realmente não vai com a cara da Magali. Acho que isso daria uma boa história no
futuro, onde a relação entre eles fica mais tensa e no fim os dois acabam se
resolvendo.
Eu particularmente gostei da história mais pela mensagem que
ela passou do que pela história em
si. O lance de adolescente abre um negócio e enfrenta muitos
problemas não é exatamente original, embora eles tenham conseguido bolar
algumas soluções para a questão do espaço e decoração. Assim Magali não deve
ter gastado tanto dinheiro. Ainda assim eu me pergunto com o que ela teria
conseguido pagar as roupas, os panfletos e toda a comida que acabou sendo
desperdiçada por causa dos gatos.
A única parte que eu não gostei mesmo foi da Mônica e do
Cebola, mas isso é porque eu fiquei meio que enjoada desses dois. Pelo menos
não durou muito e não tomou conta da história.
Também gostei da explicação da Keika sobre os neko cafés. Eu
também não sabia que os gatos eram criados assim desde filhotes. Se bem que
achei que foi um furo no enredo a Keika não ter avisado para Magali de uma vez
o porque um neko café não daria certo no Brasil como dá no Japão.
E no fim foi o Carlito quem acabou dando a solução para tudo.
Alguns podem ter achado triste separarem a família, mas temos que pensar que ter
dez gatos dentro de casa não é para qualquer um. A pessoa tem que ser capaz de arcar
com as despesas e lidar com a bagunça que fazem, o que não era o caso dos pais
da Magali. Pessoas que curtem gatos podem não ligar, mas se elas não vivem
sozinhas, então terão que respeitar os outros moradores da casa também.
Além do mais, deve ser difícil ter tantos gatos em casa e
dar atenção para cada um deles. Talvez o melhor fosse eles irem para novos
lares onde as pessoas não tenham tantos gatos assim e desse jeito receberiam
mais atenção e também fariam a alegria de outras famílias também.
Antes
que eu me esqueça, na hora em que eu vi o DC jogando umas idéias para a
Mônica, lamentei o Cebola não estar ali perto para morrer de raiva!
Teria adorado ver isso.
E sem mais delongas, está aqui os desenhos dessa edição. Um eu
refiz e colori porque achei bonitinho. O outro eu fiz mesmo. Com o tempo, vou
ver se faço um da Mônica e da Marina também. Ah, e na página de quebra-cabeças,
tem os desses desenhos também, não deixem de conferir! E também já tem os pngs das duas imagens.
Para outra opinião, não deixem de conferir o vídeo do Canal Opinião Turma da Mônica Jovem:
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Vou ser sincera. Eu esperava que fosse uma história cheia de
clichês e que o tal monstro fosse mesmo um fóssil vivo habitando os oceanos.
Por isso acabei dando um monte de bola fora nos meus palpites sobre essa
edição, acho que nunca errei tanto. Se bem que na parte em que o monstro ia ser
caçado eu acertei.
Devo dizer que a história surpreendeu bastante por causa da
ausência de clichês. Quem ia imaginar que esse monstro seria algo saído de uma
tela construída para olhar o passado? Está aí uma coisa que seria bem
interessante: poder ver o passado e saber como a história aconteceu de verdade.
Mas acho que se alguém inventasse esse tipo de coisa, acabaria morto antes de
poder divulgar essa invenção.
Quer dizer, a história é escrita pelos vencedores e
sobreviventes e esse grupo escreve do seu jeito e de acordo com seus
interesses. Muitos não iam gostar nem um pouco se a verdade viesse à tona e ela
fosse diferente daquilo que eles vêm pregando a vida inteira. Muitos paradigmas
seriam quebrados e se tem uma coisa que o ser humano odeia mortalmente é
descobrir que aquilo em que ele acreditou a vida inteira está errado e por
causa disso ter que mudar seus paradigmas.
Voltando a história, eles também deram destaque a aversão
inexplicável que o Cascão tem de água a ponto de impedir que ele consiga
apreciar um passeio e se divertir como as outras pessoas. Quer dizer, tudo o
que estava sendo mostrado era uma tela com paisagens do fundo do mar. Não havia
perigo real e mesmo assim ele não conseguia relaxar e apreciar como o resto da
turma.
Na vida real existem mesmo pessoas com fobias que as impedem
de viver como gostariam porque o medo paralisa. É impressionante como o Cascão
exagera em sua aversão a ponto de achar que uma vasilha d'água dentro do seu
quarto seja algo perigoso.
Mas tem uma frase que eu ouvi no filme O diário da princesa:
“Coragem não é ausência de medo, e sim, o julgamento de que algo
é mais importante do que o medo”.
Foi essa a atitude do Cascão ao pular na água apesar de toda sua fobia, porque
havia algo mais importante em jogo.
Foi bem interessante ele tendo que aprender a aceitar o
Adamastor mesmo sabendo que ele era um animal aquático. Tanto que ele nem
queria soltá-lo no mar porque tinha se apegado ao bicho apesar das diferenças.
E para falar a verdade, achei a história bem educativa. Foi legal
o Franja explicar por que não se pode soltar um animal fora do seu ambiente,
porque pode prejudicar as espécies nativas. Isso já foi muito feito no passado
e até hoje há lugares com problemas por causa disso. E para quem gosta de bichos
pré-históricos, eles falaram um pouco sobre os animais do pré-cambriano.
O final também foi bom, resolveu o problema de todos e
espero que o Franja tenha consertado sua máquina para que não aconteça de outros
bichos mais perigosos saírem de lá. é... Eu fiquei com dó de o pessoal zoar com
ele por causa das suas invenções darem defeito mas infelizmente parece que não tem
jeito. As coisas que ele inventa sempre acabam dando xabú.
Fora isso... bem... acho que não tem mais nada. quer dizer,
eu achei a história boa sim e gostei de terem dado bastante foco ao Cascão. Afinal,
é a edição dele. Só não entendo porque ele tem essa fobia de água. Já vi
documentários de pessoas com fobias e na maior parte dos casos, acho que em
todos, essa fobia sempre tinha uma origem na infância ou um evento traumático e
isso não acontece com o Cascão.
Antes ele convivia com essa aversão a água numa boa e não sentia
a menor falta de ir a praia ou piscina com os outros, mas parece que com o
tempo isso está se complicando porque ele mesmo já está se sentindo mal por ter
medo de água e não poder se divertir como os outros. É nessa hora, quando a
coisa já começa a trazer sofrimento, que a pessoa precisaria procurar ajuda.
No resto, eu diria que a história foi boa mas não excepcional,
aquela coisa acima da média que deixa a gente de queixo caído. E quanto ao
desenho... é que eu não fiquei lá muito inspirada dessa vez. Se no futuro vier
a inspiração... talvez eu faça algo.
sábado, 22 de dezembro de 2012
Quando estava lendo a Ed. 52 eu realmente fiquei surpresa
quando o Ângelo apareceu. Foi tipo um... Booom! E olha ele lá com aquela roupa
toda incrementada. Então eu decidi refazer o desenho e colorir do meu jeito. Na
hora de refazer as asas eu pensei bem e me deu a idéia de fazer com quatro ao
invés de duas. Sempre achei legal ver anjos e afins com quatro asas, fica tão incomum!
Como sempre, eu editei e coloquei algumas coisas diferentes,
como os detalhes da armadura e o design da espada. Também coloquei os olhos
dele porque achei que ficaria melhor do que colocar tudo brilhando.
E eu achei que com essa roupa tão legal, quatro asas
combinariam melhor, mas para quem quiser, também tem uma versão com duas asas. As
imagens estão na página de png’s.







Ao invés de só ler passivamente, quero incentivar uma leitura mais ativa, participativa e que todos tenham sua opinião. Assim podemos usar a imaginação e cada um terá uma TMJ do Meu Jeito.